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519 Palavras

Deixando a toalha suja pelo protetor solar caminho pela grama verde que de tão perfeita parece sintética. Olho em volta e todos parecem se divertir é até estranho que estejam tão felizes sem motivo aparente e as cercas brancas sendo tão baixas parece até mesmo que querem me fazer acreditar nisso. Olho para aquela casa perfeita e quase não consigo acreditar que o meu homem está me olhando pela porta de vidro da sala, em algum momento acredito que eu vou acordar e descobrir que era tudo uma ilusao, um jogo e eu sou apenas uma vítima ou a presa dessa empreitada macabra, porém, não vou desperdiçar a pouca felicidade que resta ao corpo e logo me atiro em direção ao meu dono, correndo como se fizesse parte dessa brisa de verão e logo estou em seus braços, preso em seu colo do jeito que eu estava

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