Eu não chorei, ou melhor, eu chorei pelas palavras do Cadu, pelo homem que ele havia se formado. Mas não chorei por ele ter sido preso, eu preciso ser forte, por mim, por ele, e pelo nosso filho. Tudo que eu consigo sentir agora é orgulho do meu homem! Tainá: Já acordou, cachorra? Que cheirinho de café, e... - falou, adentrando na sala - Amiga, o que foi?! Tu ta chorando?! Não falei nada, entreguei o celular em sua mão, para ela ver. 2 meses depois... Como esse Rio de Janeiro é quente, papo de 40 e poucos graus aqui. Sem contar que a minha barriga já está quase explodindo, mas se Deus quiser daqui um mês, meu bebê ta nos meus braços. Tainá: Qual vai ser o apelido dela, Mari? - ouvi a Tainá perguntar de lá de dentro. Hoje é o meu chá de bebê, estamos terminando de organizar a decora

