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1099 Palavras
Morgana Forbes Flashback On*  10 de Setembro de 2010. Toda a convenção havia vindo para Místic Falls, estranho considerando que eles raramente saiem do Oregon e quando saiem não vem todos juntos. Junto de Aurora eu observava de longe Joshua Parker (irmão da minha mãe Marie), conversar com a mesma. Não estava entendendo direito o que falavam até que Aurora ouve eles falarem algo sobre adiantar nossa fusão, ela animadamente coloca a mão na boca para não gritar de alegria e me puxa para o seu quarto. — Eles vão adiantar a fusão, isso não é demais. – Ela fala assim que fecha a porta do quarto. — Ansiosa para me m***r maninha? – Pergunto com sarcasmo mas tinha medo em mim. — Sabe que não é assim que funciona. – Ela se senta na cama. — Vamos nos tornar uma só e seremos muito mais poderosas. —  Estranho eles deixarem nós fazermos a fusão, temos o mesmo problema que o nosso primo Kai, não possuímos magia própria. – Me sento ao seu lado pensativa. — Eu acho que se deve ao fato de sermos gêmeas idênticas, podemos fazer a fusão com qualquer idade, e a convenção não pode esperar até a Liv e o Luke adquirirem 22. — É isso que me preocupa. – Aurora me olha com dúvida no olhar. — E-Eu... E-Eu...  Aurora eu estou grávida. Ela me encara alguns minutos sem reação, ela sabe que se fizermos a fusão, independente de quem ganhasse o bebê ou os bebês iriam morrer.  — Como...? — Não quer que eu te dê aula sobre educação s****l né? – Pergunto com deboche na voz. — Aurora por favor não conta para mamãe, se ela descobrir vai querer m***r os bebês só para fazermos a fusão. — Ela é nossa mãe, ela entenderia.  — Tem certeza disso? – Digo e ela pensa um pouco e n**a. — Não podemos fazer a fusão, eu tenho que fugir. Você entende né? — Sim claro. Eu te amo Morg e se essa é sua decisão, eu vou te apoiar. – Eu assinto e ela me abraça.  (...) Na noite do dia seguinte eu e Aurora combinamos de fugir pela floresta, arrumei as coisas básicas e levei o dinheiro que eu e Aurora guardava para emergência, não era muito mas ia servir por enquanto. Paramos em uma parte da floresta e ela me olha para se despedir. — Tem certeza disso? – Ela pergunta pela terceira vez hoje e eu assinto. — Eu te amo Morgana e sempre vou te amar. — Eu também te amo Aurora. – Se abraçamos por longos 10 segundos e então se separamos. — Tem que me soltar para mim ir. – Digo brincalhona enquanto ela ainda segurava os meus pulsos. — Eu sinto muito Morgana. – Ela diz e eu a olho sem entender. Começo a ouvir um cântico e sinto Aurora apertar mais forte o meu pulso. — Temos que fazer a fusão, nossa convenção precisa de um líder. – Ela continua apertando meus pulsos enquanto eu tento me soltar, olho em volta e vejo toda a convenção iniciando a fusão. — Aurora por favor não! – Imploro ainda tentando me soltar. — Os bebês, eles vão... Aurora eles vão morrer. — Eu já estava desesperada, chorando como nunca antes, minha irmã havia me traído dessa maneira, como ela pode? Senti minha magia indo embora, Aurora estava ganhando a fusão, fechei os olhos pronta para o fim e aí foi quando senti algo escorrendo pela minha perna, era sangue, os bebês, eles estavam mortos! Nessa hora algo mudou dentro de mim, meus olhos não eram mais castanhos e sim roxos, eu gritei emanando a magia que havia dentro de mim apagando todos da convenção, menos Aurora. A fúria em mim era eminente, pulei em cima da minha irmã e comecei a bater nela, apertei o pescoço dela ao ponto dela começar a sufocar, ela implorava para mim parar, a última coisa que ela disse antes de morrer foi o meu nome.  Levantei de cima dela e então olhei para as minhas mãos que estavam cobertas de sangue e comecei a chorar Desesperadamente, mas do que eu já chorava. Eu matei minha irmã! Matei minha metade, Aurora era tudo para mim. E os bebês.... Eles também haviam morrido, eu não tinha mais nada!  Sai dali o mais rápido possível, fui para casa da minha irmã Caroline, contei para ela uma história falsa: "Estava na floresta com Aurora e um i****a a matou a sangue frio na minha frente" mencionei que eu estava grávida e com o susto perdi a criança. Tomei um banho e ela me deixou passar a noite lá, pela manhã minha mãe e a convenção toda tinha voltado para Oregon. Eu não podia ficar lá, não na cidade em que tudo isso aconteceu. Precisava recomeçar, me despedi de todos os meus amigos, entrei no meu carro e  deixei para ver onde ele me levava. Flashback off Dias atuais 28 de fevereiro de 2013. — Aí meu Deus. Eu.. eu.. – Bekah tenta dizer algo após eu contar a história para ela mas não sai nada, ela só me abraça e enxuga minhas lágrimas. — Não sei como conseguiu passar por tudo isso sozinha, mas saiba que não vai mais precisar, estarei aqui para você, para tudo. – Eu assinto e respiro fundo tentando impedir as lágrimas de caírem. — Obrigada Bekah. (...) Eu desço para cozinha pegar um copo de água enquanto Rebekah tomava banho. Ao adentrar a mesma vejo Klaus encostado na parede com um copo de Whisky. — Vim buscar água. – Digo e ele vai até a geladeira me entregando a jarra e logo após um copo.  Bebo em silêncio, quando estava prestes a sair da cozinha paro ao ouvir ele dizer algo. — Me desculpa. – O olho sem entender. — Não devia ter feito piadinhas sobre sua irmã, não sabia o que tinha acontecido. – Espera ele ouviu? Óbvio que ele ouviu, estou na casa de um bando de vampiros que não sabem o que significa privacidade. — Tá tudo bem, não tinha como você saber. – Me encosto no batente da porta da cozinha olhando para ele. — Mas mesmo assim, me desculpa. – Eu assinto e logo volto para o quarto da Rebekah. •°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•
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