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1695 Palavras
Persefone, [22/04/2024 16:29] Capítulo 91 ALICIA | Yasmin narrando Marta tinha ido encontrar Castro e eu fiquei na cozinha, Joé tinha ido resolver umas coisas e eu fiquei pensando em como sairia do morro, precisava sair ainda essa madrugada. — Pensando em que? – ele pergunta e eu olho para ele levando um susto – tá devendo? — Não – eu falo – estava pensando em tudo que estava acontecendo — Persefone disse isso mesmo? – ele fala parando na minha frente e eu o encaro. — Foi exatamente o que Ursula falou – eu falo — Ela deve ter falado no calor do momento – ele diz – Ursula a provocou não? — Eu só cheguei no momento que ela estava falando. – eu falo – você a protege – eu o encaro – na sua forma você tenta. — Tenho pena dela – ele fala se sentando do meu lado e a gente se encara – ela não merecia passar por tudo isso. — Me indigna ela não ter família – eu encaro — A vida dela é complicada – Joé fala me encarando – muito complicada. Eu encaro e ele me encara, ele passa a mão sobre o meu rosto e a gente se beija, eu queria ter raiva do Joé mas eu não consigo, por isso tomei a decisão que eu iria embora, iria embora para que o pior não acontecesse, porque na verdade já estava acontecendo, eu estava me envolvendo para valer com o homem que tentou me m***r. Ele beija a minha boca, eu correspondo o seu beijo, ele me coloca em cima dele, e abre a minha blusa beijando os meus s***s, sua mão percorrendo o meu corpo inteiro, nossas bocas se encostando, não demorou mutio para subir para o seu quarto, e nos dois estar pelados, um em cima do outro, enquanto ele me penetrava, eu arranhava as suas costas. Eu acordo com uma musica lá fora, Joé não estava, pego meu celular e vejo que tinha uma mensagem dele falando que tinha ido para boca, então eu me levanto, coloco uma roupa e pego somente documento e dinheiro, meu celular, meus cartões e só. Vejo a mochila e vejo que tinha somente as roupas. Eu saio da casa e começo a descer o morro, olhando para todo o lado, um vapor me para. — Vai onde essas horas? – ele pergunta — Preciso ir pegar um remédio na farmácia, a farmácia aqui não tem e eu esqueci de comprar – eu falo – e eu preciso dele para dormir. – eles se encaram — Libera ela ai – o outro fala – ela tá com Joé. — Obrigada. Eu saio andando e vou me afastando do morro, eu consigo pegar um táxi e dou o endereço de uma casa que era de Fabianinho e era bem afastado do rio! Mas antes de jogar meu numero fora, eu mando uma mensagem para Joé. Persefone, [22/04/2024 23:55] Capítulo 92 Joé narrando Eu estava na boca fumando um baseado e Atibaia estava calado. — Vai descansar cara – eu falo para ele – tá virando uma múmia. — To de boa – ele fala — Pensando em Persefone? – eu pergunto para ele. — Também – ele fala me encarando – mas estou pensando nos papeis que roubaram daqui, na m***a da luz que ficamos sem , das câmeras estragadas, prejuízo da p***a. — Vai abrir o final de semana de novo o baile? – eu pergunto — Talvez – ele fala me encarando – ainda to em duvidas. Porque vai ter no alemão — Então vamos para lá – eu falo – eles vem para cá sempre. — Pode ser – ele fala se levantando – vou dar uma volta. Ele sai da boca e eu recebo uma mensagem em meu celular e era da Yasmin, eu pego a mensagem e estava escrito. ‘’ Me desculpa, mas eu precisei ir embora do morro. Estou sofrendo muito ainda com a morte do meu marido e estar me envolvendo com você está me deixando ainda mais confusa em relação aos meus sentimentos. VocÊ é um cara legal e que me trata bem, mas não consigo lidar com os meus pensamentos e a confusão que está dentro de mim, depois de hoje com a Persefone, não estou no meu melhor momento, a melhor coisa é ir embora. ‘’ Eu saio correndo para a entrada do morro. — Yasmin , passou aqui? – eu pergunto para os vapores — Ela foi na farmácia comprar um remédio para dormir. — Quanto tempo? — Faz uma hora e meia – ele fala — m***a. Eu começo a ligar para ela mas só caia na caixa postal a ligação. Persefone, [23/04/2024 12:42] Capítulo 93 Persefone narrandp Eu acordo bem cedo e faço um coque no meu cabelo, eu pego a minha bolsa e conto o dinheiro que eu tinha , o morro do Atibaia tinha alguns comércios mais para a entrada do morro e no alto dele também, tinha bastante morador aqui, eu pego o dinheiro que eu tinha e saio. Antes de sair eu ohlo para mesa e tinha uma coisa ali e eu me aproximo vendo que tinha meu nome, era uma caixinha. Conforme vou andando as pessoas ficam me olhando e comentando várias coisas, Ursula deve ter feito de tudo para contar ao mundo o que tinha acontecido. Eu vou até a papelaria e a moça me encara. — Como posso ajudar? – ela pergunta — Preciso de um caderno e uma caneta – eu olho para ela — Doze reais – ela fala e eu entrego cinquenta — Aqui seu troco. — Obrigada – eu falo para ela. Eu saio para fora da papelaria e encaro o morro. — Como ainda está viva? – um homem pergunta – depois de estar espalhado para tudo que é canto, as conversas sua marcando programa com um policial. – eu encaro outra pessoa — Já já essa ai morre, Atibaia não vai deixar ela viva – a mulher fala — Vão cuidar da vida de vocês – eu falo para eles – vocês vão ganhar mais — E tá com as garras de fora – o homem fala – você já foi mais comportada , ainda mais quando precisava de dinheiro – ele fala sorrindo e os amigos dele começam a rir — Cala boca seu velho imundo – eu olho para ele – será que a sua esposa sabe que você paga para ficar com mulheres mais nova? Com garotas que deve ter sua idade? – ele me encara e a esposa do lado dele – cuidado, vocês se duvidar, não consegue nem passar na porta da casa de vocês. Eu saio andando e descendo o morro , quando passo pela boca, eu encaro Atibaia discutindo com os vapores, ele para na mesma hora que me encara, eu o encaro e ele fecha a cara quando me ver. Eu continuo descendo o morro, vou até a entrada do morro mas sou impedida de sair por um vapor. — Ei ei – ele fala – você não tem permissão para sair. — Porque? — Atibaia proibiu a sua saída – ele fala — Então manda ele vir até aqui – eu olho para ele – porque eu vou sair do morro. Persefone, [23/04/2024 13:43] Capítulo 94 Atibaia narrando Eu não tinha dormido duas horas quando o meu radio começou a tocar e eu desci para a boca. — Está em tudo que é lugar – Castro fala – já mandei fazer varredura para saber quem é que jogou isso no morro. — As conversas – eu falo – quem fez isso quer nos desmoralizar. — E agora? – ele pergunta — Chama os vapores, quero todos aqui! Ele assente e sai, Joé se aproxima com um mmonte na mão. — Tirei o que consegui mas tá rolando em todos os grupos – ele fala — Filhos da p**a – eu falo – isso tem dedo do João Ferraz. — Você acha? – ele pergunta — Tenho certeza, está na cara! – eu falo para ele e ele me encara Castro retorna com os vapores e todos paralisam na frente da boca, eu saio para fora. — Oque está acontecendo nesse morro e aqui dentro? – eu pergunto – eu não posso mais confiar em vocês mais? – eles me encaram – isso aqui é um absurdo acontecer embaixo dos nossos olhos. Atitudes assim não pode mais acontecer, entenderam? – eu olho para todos – A partir de hoje as coisas vão mudar dentro desse morro, eu não quero mais disse e me disse e voc~es vão deixar bem claro isso aos moradores, quero vocês de olho em todos, em tudo que é movimento estranho. Não importa se é de dia, de noite ou de manhã, Vocês tem que estar de olho em tudo, vocês são os meus olhos e se vocês não estão sendo, então não tem mais que estarem ocupando o cargo de vapor e se não vão ocupar o cargo de vapor, é morto! Porque ninguém fica vivo para sair lá fora e virar meu inimigo – eu olho para rua vendo Persefone , ela me encara e eu a encaro e ela sai andando – Vocês me entenderam? — Sim – um coro — A partir de hoje quem fica andando pelo morro, quero de olho em todos os moradores, vão dar a ordem que nada pode mais ser falado sobre isso e quem espalhar ou deixar isso colado nos estabelecimento, algo do tipo, terá o estabelecimento fechado até a segunda ordem , e a casa que deixar esse papel colado, será colocado fogo. A pessoa que roubou os documentos vai tentar espalhar mais e não vamos admitir isso. Ande, vão para tudo que é lugar dando o aviso, se em uma hora todos os papeis não sumirem, podem fechar os estabelecimentos! Eles assentem com a cabeça. Meu rádio começa a tocar. — Atibaia – o rádio toca — Sim. — Estou com a Persefone tentando sair do morro, o que faço? — Estou descendo ai! – eu falo.
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