Kora.

3611 Palavras
Tudo aconteceu muito rápido, segundos atrás eu estava tomando meu chá torcendo para que Pandora e Luna se resolvessem e agora estou aqui vendo Luna no chão se debatendo com os olhos arregalados e esbranquiçados, e como se isso não fosse o bastante ela parecia estar em uma espécie de transe, mas um transe letal, pois sua blusa rasgada e a mesma marca que Pandora carrega estava sendo entalhada um pouco acima de seu peito por uma força invisível. Minha filha chama pela garota diversas vezes sem obter nenhuma resposta e então me aproximo para ajudá-la, uso minha magia para identificar o que está acontecendo com a garota e segundos depois vejo o grupo de jovens entrarem na sala. - O que aconteceu ? - pergunta Petra tentando se aproximar e eu a olho fazendo um gesto com a cabeça para que ela fique onde está. Ela dá um passo para trás, mas sua expressão mostra que ela não concorda com isso, volto minha atenção para o que estava fazendo entendendo a situação, a alma de Luna está presa em uma realidade alternativa criada por um usuário de magia n***a, magia n***a poderosa. Tento trazer a garota de volta, mas algo está bloqueando minha magia, uma magia de obscura familiar, vejo minha filha socar o chão irritada e em seguida ela me olha. - O que está acontecendo ? - pergunta tentando conter seu tom irritado ao falar comigo. - Tem algo me bloqueando, não posso trazê-la de volta. - respondo e a maneira como ela olha para a garota em seguida me deixa preocupada. Preocupada por saber do que a minha filha é capaz. E ela pode não ter notado ainda, mas ela está amando, sim, ela está amando Luna Blackwood de uma maneira tão intensa que não consegue nem se dar conta de que esse sentimento surgiu e cresceu sorrateiramente em seu coração. Não é só uma paixão daquelas passageiras, nem um primeiro amor que irá se desfazer com o passar do tempo, eu soube que isso aconteceria desde o primeiro sonho que ela teve com Luna, por isso tentei de todas as maneiras possíveis desfazer a ligação entre elas, porque a existência de Pandora é um enigma a ser desvendado, ela sempre teve dificuldades em sentir, não porque ela não tenha sentimentos, mas sim por ter algo dentro dela que a torna perigosa, fria e irracional para todos. Principalmente as pessoas próximas a ela, eu posso afirmar isso com base na cicatriz em minha costela feita por Pandora na primeira vez em que ela ficou fora de controle, eu ainda posso sentir uma sensação sombria me rodear quando lembro daquele dia, eu só estou viva agora graças ao fato dela ser nova naquela época, isso me deu vantagem para conseguir contornar a situação no minuto decisivo sobre seu olhar frio e assassino. Depois disso eu me dediquei a achar o colar criado pela primeira bruxa da história, a mulher que desafiou o demônio que lhe deu magia, eu sabia que só aquele colar poderia conter o que tem dentro de Pandora e aquele m******e em Chicago foi a gota d'água para mim, eu tinha que fazer algo ou ela se tornaria uma criatura desalmada. Um demônio ! Sim, com toda certeza ela poderia ter se tornado um. Aquelas pilhas de corpos espalhadas pelas ruas de Chicago podem comprovar. Eu nunca irei esquecer o momento mais sombrio da vida dela e o quanto foi difícil trazê-la de volta. Dedicar a minha vida a procurar maneiras de ajudá-la não foi um sacrifício, tudo que eu fiz e faço por ela é somente por amor, amor pela criatura que mudou minha vida, que trouxe de volta o meu equilíbrio mental e a essência da minha magia. Então fundir seu colar com o colar da primeira bruxa unindo as magias de cada ítem para conter essa coisa que tem dentro dela foi um tiro no escuro que deu muito certo, eu consegui trazê-la de volta, consegui deixá-la sobre controle de suas ações e então alterei algumas de suas memórias em relação ao m******e, deixá-la achar que fez tudo aquilo por vontade própria foi melhor do que jogar mais um fardo encima dela, e por fim decidi que voltar para Mount Holly e permitir que ela conhecesse a Luna seria bom para ela se manter o mais longe possível de fatores que pudessem despertar o que tem dentro dela, mas agora me pergunto se fiz a escolha certa. Ela fez amigos como eu sempre quis, ela está construindo laços fortes, encontrou o amor e está aprendendo valores que eu tentei passar para ela, mas não consegui, porém sinto que não está sendo o suficiente e que em algum momento tudo isso pode se tornar um gatilho e eu não posso permitir que isso aconteça. Ela é tudo o que tenho. Então é meu dever protegê-la. Até de si mesma, se necessário for. - Se eu ficar fora de controle me mata. - diz Pandora com um tom de diversão chamando minha atenção e eu a encaro incrédula. - Nem pense nisso. - digo séria a repreendendo por pensar na possibilidade de tirar o colar e ela me olha. - Eu já pensei mamãe. - diz sorrindo para mim e então arranca o colar de seu pescoço, sinto a pressão de toda a magia contida no colar indo de encontro ao seu corpo de uma só vez. - Pandora, você pode máta-la ! - exclamo usando isso para tentar fazê-la desistir, mas ela me ignora agarrando as laterais do rosto da garota e em seguida olha em seus olhos. - Luna ! - chama pela garota. - Eu tô aqui lobinha. - diz sorrindo para a garota mesmo que ela não possa ver. - Eu vou te trazer de volta, não tenha medo. - completa e então ela faz o que eu temia. Tento impedi-la de absorver a magia n***a, mas ela me bloqueia e em seguida sou jogada contra a parede por uma força invisível que me prende, olho para Pandora e ela retribui o olhar. - Não tente me impedir. - diz séria me olhando nos olhos. - Você não entende o quão perigoso isso pode ser. - digo séria e ela sorrir. - A tríade me achar é algo que podemos lidar, mas isso não. - diz ainda sorrindo e em seguida suspira. - Não posso ficar parada a vendo ser machucada. - torna a falar e sua expressão e olhar demonstram tanta angustia que não me sinto mais capaz de argumentar mesmo sabendo do risco. - Me desculpa por sempre te arrastar para esse meu ciclo repetitivo com a tríade de sangue. - pede em tom de diversão, mas eu sinto que ela está falando sério. Não posso ir contra ela, não quando posso imaginar o que ela está sentindo, mas também não posso deixar que tudo aquilo aconteça outra vez, porque dessa vez não posso alterar suas memórias para protegê-la, então não tenho outra alternativa. - m***a, você não me deixou outra escolha. - digo rindo e ela franze o cenho confusa. - Eu que tenho que pedir desculpas. - digo e antes que ela possa questionar, eu torno a falar. - Minha caixinha de esperança, me traga de volta tá. - peço tirando meu anel de pedra da noite e sua expressão surpresa mostra que ela entende o que eu pretendo fazer. - Surgit ! - digo e em seguida sinto a magia n***a selada dentro de mim fluir por todo o meu corpo tão rápido que por um instante quase não consigo controlar os impulsos contrários ao meu desejo de ajudar. - Mikhaela... - não deixo Pandora terminar, com um movimento de cabeça faço seu pescoço quebrar, não gosto de ter que fazer isso, mas ela iria me impedir de seguir adiante com isso, então foi necessário. - Tá maluca ? - questiona Kai incrédulo enquanto eu trago o colar de Pandora até minha mão e em seguida caminho até seu corpo momentaneamente sem vida. - Saiam, todos menos vocês dois. - digo fazendo Kimora e Calvin virem até mim enquanto faço com que Petra e Kai saiam da sala e em seguida fecho a porta. - Coloque o colar de volta no pescoço dela. - digo para Calvin e em seguida olho para Kimora. - Eu vou pegar toda essa magia n***a e redireciona-la para mim, assim que eu fizer isso, eu não terei mais o controle das minhas ações, então você terá duas opções, me contenha ou me mate. - completo e ela arregala os olhos. - Te m***r ? - questiona incrédula e eu assinto. - Não, isso é loucura, eu não vou compactuar com isso. - diz Calvin e eu o olho. - Você não tem escolha, eu preciso que você use aquele truque que eu te ensinei para fazê-la voltar mais rápido, porque vão precisar dela para me deter. - digo olhando de canto para Pandora desacordada. - Porque não deixou ela cuidar disso ? - questiona Kimora confusa. - Porque eu sou um m*l remediavel, já ela não tem limites. - respondo alternando meu olhar dela para o loiro. - Prontos ? - pergunto já iniciando o feitiço de redirecionamento de magia. Recito o feitiço mentalmente enquanto me concentro na essência da magia n***a no corpo de Luna, aos poucos sinto a magia se unir a mim, se misturando com a magia dentro de mim, contaminando o que restava de magia branca em mim até não sobrar nada. Agora não tem mais volta. Mais vai valer apena. ____________________________________________ Enquanto Mikhaela se concentrava em absorver toda aquela magia, em uma realidade paralela criada por um propósito que poucos faziam ideia estava Pandora despertando após ser cutucada com uma vareta por alguém muito feliz de tê-la ali. - Acorda Romeia que a sua Julieta está aqui te esperando faz séculos. - diz de maneira sarcástica cutucando ainda mais a garota que abre os olhos lentamente. - Isso, acorda. - diz cutucando a garota outra vez e se surpreende quando ela senta repentinamente, agarra a vareta e em seguida a quebra o encarando irritada. - O que fez com ela ? - questiona a loira olhando para a criatura familiar. - Ela não estava se sentindo bem, então eu deixei ela descansar um pouco pra que a gente pudesse conversar. - responde com um tom de diversão. - Eu vou te m***r projeto falho da área 51. - diz Pandora ficando de pé encarando a criatura que respira fundo. - Vou ficar mais apresentável. - diz a criatura e em seguida sua forma grotesca vai aos poucos ganhando uma forma humana, mas não uma forma qualquer, a forma da garota a sua frente e isso a faz revirar os olhos. - Ótimo, agora você quer ser eu. - diz irritada e ao ver aquela criatura idêntica a ela rir, ela faz uma careta incrédula por ele conseguir imitar perfeitamente até o som de sua risada. - Eu sou você. - diz em tom de diversão e a garota faz uma careta ao ouvir sua própria voz. - Isso é bizarro. - diz para si mesma e em seguida respira fundo. - Eu quero ela. - diz impaciente e ver aquela versão de si mesma a sua frente sorrir e apontar para lado, ela se vira e vê Luna mais a frente caída no chão inconsciente e então corre até a garota. Ela se agacha e em seguida toca o rosto da garota sentido a respiração dela bater contra sua mão e isso a faz sorrir aliviada. - Lobinha, eu tô aqui. - diz para a garota a analisando em busca de mais algum machucado, mas somente a marca do demônio de Jersey estava ali e isso faz com que a loira olhe para a criatura por cima do ombro. - Porque fez isso ? - questiona vendo a criatura se aproximar. - Porque eu precisava te ter aqui outra vez e ela foi o canal perfeito para isso, mas devo dizer que a marca foi uma maneira de me vingar da linhagem i****a dela por sempre se meter onde não deve. - responde parando próximo a loira e a garota inconsciente. - O que a linhagem dela fez, não tem nada haver com ela e se você acha que me trazer aqui depois de machuca-la foi uma boa idéia, eu te mostrar que você fez uma péssima escolha. - diz Pandora se afastando da garota e em seguida encara a criatura, seu olhar transbordando em fúria e ódio. - Olha ele aí ! - exclama a criatura sorrindo largo. - É esse olhar que eu quero ver em você, não aquele olhar de i****a apaixonada. - diz com desdém e quando a loira dá um passo a frente para ataca-lo, ele age rápidamente indo ate a garota inconsciente e em seguida ameaça pisar em seu pescoço. - Você não pode me m***r aqui, mas eu posso máta-la mesmo daqui, então acho bom você não ter nenhuma atitude i****a e me escutar. - completa e Pandora serra a mandíbula tentando conter a raiva. - Sai de perto dela e fala logo. - diz a garota entre dentes. - Nem estando por baixo você não deixa de querer ter o controle da situação. - diz sorrindo se afastando de Luna em seguida. - Você errou quando disse que ela não tem nada haver com a linhagem dela, afinal ela tá aqui agora. - diz caminhando em direção a loira. - Ela está aqui com você, justamente você. - torna a dizer de maneira irônica rindo em seguida. - Isso me parece um dejavu daqueles muito desagradável. - completa e a garota sorrir de maneira sarcástica. - Porque não para de choramingar e vai direto ao ponto ? - questiona se divertindo ao notar que a criatura estava irritada por alguma razão. - O grande e temido demônio de Jersey vive de mandar indiretas ? - questiona novamente rindo. - Que piada ! - exclama. - Ache a terceira caixa e então irá entender, porque te dizer diretamente iria tirar toda a graça do que está por vir. - diz olhando nos olhos da garota. - A propósito, eu não sou o verdadeiro demônio de Jersey, na verdade eu adotei a forma dele só pra te provocar. - continua e a garota arqueia uma sobrancelha. - Meu nome é Kora. - diz sorrindo de maneira sarcástica. - Esse nome te lembra algo ? - questiona e a loira fingi surpresa. - Kora ? - questiona de maneira incrédula. - Sim, Kora. - responde sorrindo de canto com a reação da garota. - Esse nome só me lembra que estou aqui perdendo meu tempo com uma criatura irritante e indefinida, nada mais que isso. - diz Pandora sorrindo de canto. - Você está se divertindo agora, mas eu ainda vou te ver se lamentar muito Pandora. - diz séria. - Mais por hoje eu me contento em apenas deixar uma bela tatuagem no seu casinho indefinido, mas fica esperta porque ainda vamos nos encontrar novamente e dessa vez eu vou te fazer ver com seus próprios olhos a criatura mais abominável desse mundo. - faz uma pausa enquanto olha nos olhos da garota. - Mande lembranças a sua mamãe por mim, diga a ela que foi divertido brincar com ela outra vez e por fim a pergunte sobre o m******e de Chicago, ela tem muito a falar sobre ele, aquela bruxa irritante tem os melhores detalhes trancados as setes chaves. - completa e em seguida acena para a garota se afastando. - Que detalhes ? - pergunta Pandora pronta para ir atrás de Kora, mas antes que possa fazê-lo seu corpo é arremessado para longe, por instinto ela olha para Luna vendo a imagem da garota sumir aos poucos e então tudo fica escuro. ____________________________________________ Ouço barulhos estranhos um pouco distante e em seguida sinto uma espécie de corrente elétrica passar por todo o meu corpo fazendo meu coração bater apressado me fazendo sufocar, abro os olhos vendo Calvin sorrir aliviado ao me ver e em seguida se afasta, fico confusa ao ouvir os barulhos agora ficando mais altos e se misturando com gritos. - Pandora ? - chama Calvin e então minha mente trabalha tão rápido trazendo a tona todos os acontecimentos anteriores até o momento em que acordei naquele lugar. - Você tá bem ? - pergunta preocupado por provavelmente eu estar em um estado catatônico. - Minha mãe quebrou meu pescoço ! - exclamo me sentando rapidamente e em seguida passando a mão em meu pescoço sentindo o colar de volta ali. - Ah, você tá bem. - diz Calvin se levantando e em seguida é atingido por algo. Olho para o lado e vejo Kimora tentando conter minha Mikhaela com uma magia inútil de aprisionamento, noto os olhos negros e seu rosto belo agora tá bem horroroso, o que eu acho bem feito por ela ter quebrado meu pescoço e eu vou fazer questão de passar isso na cara dela quando ela voltar ao normal. - Para de resistir d***a, eu não quero te m***r. - diz Kimora e eu suspiro enquanto vejo a mulher se abaixar para desviar do piano arremessado por minha mãe que quebra a parede e se despedaça. - Okay, agora você foi longe demais mãezinha querida. - digo me levantando irritada e Kimora me olha por cima do ombro e sorrir. - Pandora ! - exclama aliviada e em seguida e atingida por vários quadros meus e eu olho para Mikhaela. - Você tá fazendo de propósito pra que eu te mate, mas eu não vou te m***r nem que você implore por isso. - digo e ela sorrir de canto. - Se não me m***r eu te mato. - diz e eu reviro os olhos. - Então me mata logo. - digo abrindo os braços. - Ah, não, espera aí, você me matou minutos atrás e eu odiei mamãe. - digo caminhando até ela. - E vou te m***r de novo, mas dessa vez vai ser pra sempre. - diz e eu surjo em sua frente e agarro seu pescoço o apertando a deixando sem ar, não o suficiente para morrer, apenas para deixá-la quietinha por um momento. - Eu deveria quebrar o seu pescoço pra você ver que não foi legal, mas aí essa coisa horrorosa te dominaria por completo e eu preciso que você volte pra que eu possa jogar na sua cara que você me matou, quebrou meu piano e usou a cara da Kimora para deformar meus quadros. - digo e ouço Kimora resmungar. - Eu tô bem, valeu por perguntar. - diz a mulher e eu a olho por cima do ombro e sorrio de canto. - Claro, pombo correio é o último a morrer. - brinco e ela me mostra o dedo do meio. - Petra ? - chamo pela garota e em seguida ela passa pelo buraco feito pelo meu piano. - Sim ? - questiona e em seguida vejo Kai ao seu lado com Luna em seus braços. - O anel. - respondo e ela assente. - E você tira ela daqui e depois vem buscar a bela adormecida ali. - digo apontando para Calvin e ele arregala os olhos ao ver o loiro inconsciente, mas em seguida assente e faz o que eu disse. - E você, vai colocar toda essa magia que não é sua para fora. - completo olhando para Mikhaela. Tento absorver toda a magia mesmo usando meu colar e por alguma razão a magia estava vindo para mim sem relutar, como se fosse parte de mim e isso me deixa confusa, mas cavalo dado não se olha os dentes, então apenas recebo toda a magia em meu corpo de bom grado a sentindo fluir por todo o meu corpo, espero pelo os primeiros sintomas de lidar com esse tipo de magia, mas nada vem me deixando ainda mais confusa. O que diabos significa isso ? Será que isso é alguma palhaçada daquela tal Kora ? Ah ! Eu quero m***r aquela caso indefinido. Eu tenho que máta-la. - Aqui está o anel. - diz Petra e eu a olho, ela joga o anel para mim que o pego afrouxando o aperto no pescoço de Mikhaela que respira fundo enquanto tosse sem parar. - Quer ser a minha mamãe super gata de novo ? - pergunto agarrando a mão da mulher e em seguida coloco o anel em seu dedo sem esperar uma resposta. - Obdormiam in profundissimo angulo animae tuae. - recito apenas as palavras chaves do feitiço vendo as marcas de magia n***a regredirem aos poucos deixando cortes em seus braços ao tentar lutar contra o feitiço. - Olha só você me dando trabalho antes dos três mil anos, que coisa mais f**a mamãe. - digo em falso tom de advertência vendo seus olhos voltarem ao normal e sorrio ao notar que ela está voltando a consciência. - Eu te trouxe de volta como pediu e nem quebrei seu pescoço ou seu piano pra isso. - digo e em seguida seguro seu corpo antes que ela caia. - E que eu não tenho um piano bobinha. - diz baixo abrindo um olho. - E sim, eu aceito ser sua " mamãe " super gata de novo. - completa dando ênfase no " mamãe " e eu sorrio. - Porque você não para de resistir contra a inconsciência logo ? - questiono divertida e ela sorrir antes de finalmente apagar. Até nesses momentos ela é irritante. Mais é a minha irritante favorita. _________________ Continua ________________
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