O vento sibilava pelas frestas da janela da antiga casa de madeira, como se quisesse participar da conversa. Sophia sentia a mente girar, as revelações de Marina ainda ecoando como marteladas em seu peito. Margot Vernier não estava morta. E ela... era filha dela. — Você sabia esse tempo todo? — a voz de Sophia saiu mais baixa do que ela pretendia, entrecortada pela confusão. Marina assentiu com um olhar grave. — Sua avó me contou há muitos anos. Prometi guardar segredo até que chegasse o momento certo. Ela achava que o melhor era manter você longe desse passado sombrio. Mas não dá mais para esconder. Não agora. Sophia passou as mãos no rosto, tentando reorganizar seus pensamentos. A vida inteira ela acreditou ser apenas mais uma jovem comum com uma história de abandono m*l explicada. A

