capítulo 12

1031 Palavras
Klaus Klaus- o seu pior pesadelo. No instante em que ele se levantou do chão para correr, em um salto apenas, eu cravei meus dentes em sua jugular no pescoço, iniciei sugar seu sangue, até não restar uma só gota, senti seu corpo se desfalecer em minhas mãos, o gosto do seu sangue era amargo e r**m, mais eu já sabia motivo, o Magnos me explicou que isso era um efeito causado pela minha predestinada, ainda sim bebi tudo, e poupei o mundo de mais um humano medíocre, inútil. assim que terminei minha refeição, jogo o corpo no chão, e já vejo o Lorenzo entrando no meu quarto sem bater. Lorenzo- senhor não a encontrei em lugar nenhum, provavelmente ela foi embora. ele dizia distraído sem olhar direito para o cadáver na sua frente, até que ele me olha, e olha pro chão e vê com clareza o corpo do jovem Davi filho do prefeito. Lorenzo- senhor, ele está ? Klaus- sim Lorenzo é exatamente isso que você está pensando, agora se livra do corpo que eu preciso ver uma pessoa. Lorenzo- senhor onde vou por ele? ele me perguntou assutado. Klaus - por enquanto esconda dentro da mansão, só até a festa acabar, depois que todos forem embora eu mesmo faço uma fogueira no jardim e me delicio vendo ele queimar como madeira. Lorenzo- mais senhor o prefeito pode procurar por ele. Klaus- sim mais vou convencê-lo que o garoto fugiu para Londres com uma prostituta americana, nem ele vai querer procurar por ele sabendo que pode trazer um escândalo para sua campanha política. Lorenzo- bom se o senhor está dizendo, vou por ele no sotam até o baile acabar. Klaus- faça isso, não deixe ninguém ver você Lorenzo. Lorenzo- pode deixar. Eu saí até o corredor e não havia ninguém, fui até a biblioteca onde estava a minha garota, quando entrei, ela estava sentada em um canto, tremendo e se cobrindo com o meu blazer, quando me viu ela ficou com os olhos arregalados, parecia um bichinho indefeso e assustado. Aurora- você voltou. eu fui até ela, me abaixei e fiz um carinho no seu rosto, como pode ser tão perfeita? como pode ser tão linda assim assutada? por que isso me exita tanto? Klaus- eu falei que voltaria pra você. falei em uma voz calma. Aurora- você está sujo de sangue na boca, aconteceu alguma coisa? droga esqueci de me limpar, passei a mão de leve na boca e limpei o sangue. Aurora- faltou aqui. quando ela disse isso ela passou o seu dedo no canto da minha boca limpando uma parte que eu não vi que ainda estava suja, e depois chupou o seu dedo como se não fosse nada, eu não sei o que estava mais difícil de controlar, se era a minha ereção dentro das calças, ou as pressas dos meus dentes querendo sair e atacar o pescoço perfeito dela. Klaus- o sangue não a incomoda? Aurora- não na verdade não até gosto, acho que sou estranha. ela falou simples mais ainda tremendo. eu não disse nada, mais peguei ela em meu colo, sentei em um sofá de dois lugares que havia ali na biblioteca, ainda com ela nos meus braços, aconcheguei mais ela junto do meu peito, ela se acomodou como um bebê e não parecia ter mais medo, era como se, estivesse segura e protegida nós meus braços, foi uma sensação estranhamente boa, de sentir, mais eu ainda tinha alguma dúvidas sobre o ocorrido. Klaus- preciso saber o que aconteceu Aurora, você estava aqui com ele sozinha por que quis? você realmente o provocou? perguntei sério, rangido o maxilar, se de pensar na resposta dela. Aurora- claro que não senhor Klaus eu só vim até aqui com ele por que ele me disse que havia um telescópio na sacada, e que eu poderia ver as estrelas, mais quando eu cheguei aqui ele fechou a porta e começou a me agarrar, rasgou o meu vestido e me tocou, ele queria... ele queria.... eu nem sei o que teria acontecido se você não tivesse chegado. ela falava com a voz abafada pelo choro, eu tinha duas emoções dentro de mim em guerra nesse momento, eu queria proteger ela e cuidar como minha mais rara jóia, mais minha natureza gritava por morder ela, beber seu sangue doce, ela estava ali completamente frágil, eu simplesmente poderia saciar o meu desejo. klaus- ele nunca mais vai tocar em você, mais agora me diga, ele chegou a consumação do ato com você? perguntei sem rodeios, queria saber até onde o maldito foi com ela. Aurora- ele tentou, mais não aconteceu nada, você chegou nem na hora, ainda sou virgem graças a Deus, não é assim que imagino a minha primeira vez. era tudo que eu queria ouvir, nessa hora puxei ela mais próximo do meu abraço, puxei a respiração pra me deliciar apenas do seu aroma doce, como uma necessidade naquele momento. Aurora- como vou fazer pra ir embora estou com o vestido todo rasgado. ela me olhou nos olhos, parecia uma dança sedutora, mais era só um olhar de inocência, acompanhando das bochechas coradas como cerejas, nessa hora eu fechei os meus me segurando pra não cometer o meu maior desejo carnal. Eu queria tanto saber se ela sentia o mesmo que eu? se ela também entrava em um êxtase de prazer somente com a minha presença? queria poder ouvir seus pensamentos mais profundos, saber onde doi, onde cura, onde esquenta, onde esfria, saber seus desejos mais profanos, queria saber para realizar cada um deles. Klaus- esta noite você fica aqui, tenho muitos quartos de hóspedes, amanhã vou mandar alguém trazer algo adequado para você vestir. falei simples como se não fosse nada, mais pra mim era tudo, queria a presença dela ali, queria aquele cheiro por mais tempo, como um vício no qual não quero me livrar. Aurora - eu não quero incomodar. ela falou tímida, m*l sabe ela que a existência dela é o que tem me mantido vivo desde o dia em que eu a vi no restaurante, ela olha pra mim simples sem saber a dimensão do poder que exerce sobre este vampiro aqui.
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