capítulo 5

1202 Palavras
Aurora Acordei com minha tia me chamando as 08:00 horas da manhã na Itália. tia Célia- bom dia minha querida, está na hora de levantar, daqui a pouco vamos ao restaurante, hoje é o seu primeiro dia, se agasalha bem, está um tempo nublado e nevando. Aurora- bom dia tia, já estou indo. tia Célia- vou preparar um café para nós tomar antes de sair. falou animada na porta e depois saiu. Eu me levantei um pouco sonolenta e fui direto ao banheiro, fiz minhas higiênis e tomei um banho quente, coloquei uma calça jeans preta skin que ela comprou pra mim e uma bota de couro até o joelho preta sem salto, uma blusa branca de manga comprida de gola e por cima um sobretudo preto com um cachecol rosa, prendi o cabelo em um r**o de cavalo depois coloquei uma touca rosa, passei meu perfume doce e protetor labial para o frio, peguei a minha bolsa e fui até a cozinha, a minha tia já estava pronta tomando café. tia Célia- senta querida toma um café ou um chocolate quente, tem croissant doce e salgado que eu mesma fiz, fica avontade. Aurora- obrigado tia. sentei a mesa ao seu lado e comi um croissant salgado com chocolate quente, estava uma delícia. tia Célia- já separei o seu uniforme lá no seu armário no restaurante, todos temos que usar, e prender bem o cabelo querida, o cabelo tem que ser bem preso pra não cair fios de cabelo na comida Aurora. ela falou tentando me alertar. Aurora- tudo bem tia eu já imaginava, fica tranquila chegando lá eu prendo ele melhor. Depois que terminei o meu café, fui no banheiro escovar os dentes de novo e minha tia também, depois saímos no carro dela, conforme ela dirigia o carro eu olhava pela janela do carro as ruas cobertas de neve, eu nunca vi neve em toda a minha vida, é lindo exatamente como nos filmes, acho que posso me acostumar com este lugar tão lindo, uns 20 minutos de carro e chegamos no restaurante lê Calandre, e é mais chique do que eu imaginava, a decoração da fachada era incrível, entrámos por dentro e o lugar era enorme e aquecido, minha tia me apresentou no general para todos os funcionários e para o patrão dela, mesmo não entendo nada do que estava sendo dito eu vi eles sorrindo isso parecia um bom sinal né, logo em seguida ela me mostrou o meu armário, peguei meu uniforme e guardei a minha bolsa, troquei a roupa e comecei a ajudar a lavar a louça, depois piquei alguns legumes e temperos, depois a minha tia disse que faltou um garçom então me colocou pra entregar os pedidos nas mesas. Klaus Estou me arrumando pra sair, já fazia uns 4 dias que eu não podia sair de casa, infelizmente a mortalidade tem alguma desvantagens, não posso ser exposto a luz solar, hoje vou poder sair de casa está nevando e nublado, em dias ensolarados eu não saio de casa por que a minha pele começa a pegar fogo literalmente e derreter em camadas, não me levando a morte mais a uma dor profunda. Tomei um banho vesti uma camisa social branca, calça social preta sinto preto, sapatos social Oxford pretos, e meu casaco sobretudo preto, meu relógio Rolex no pulso, isso tudo é mais para manter o estilo, um privilégio da imortalidade é não sentir o frio nem o calor a temperatura do meu corpo é sempre a mesma. fui pegar meu carro na garagem, entrei na minha Ferrari Purosangue preta entrei e liguei uma música clássica, o que me acalma muito, fui dirigindo tranquilo até o meu restaurante, queria ver se a comida dos mortais estava a altura do banquete que eu pretendia servir no baile, tenho negócios importantes na cidade e quero impressionar alguns sócios, é mais um capricho meu. quando cheguei lá o Lorenzo estava me esperando na porta do restaurante, pensando se deixou a porta da garagem aberta ou não, preocupado se o seu cachorro tiro iria fugir, tem pensamentos que gostaria de nem ouvir. lorenzo- bom dia senhor. klaus- fica tranquilo Lorenzo o seu cachorro é obediente e não vai querer sair pras ruas caçar a própria comida, se ele tem um humano que o alimenta diariamente. falei revirando os olhos. lorenzo- obrigado senhor, mais gostaria que ficasse fora da minha cabeça. Klaus- eu também. assim que passei pelo metre fui sentar em uma mesa bem no centro de tudo, fiquei ali em silêncio. lorenzo- vamos ficar aqui parados apenas olhando, senhor? Klaus- não Lorenzo, você está parado olhando, eu estou aqui escutando os pensamentos dos clientes a respeito de cada prato, só assim terei uma avaliação sincera, já que eu não como estas comidas humanas. lorenzo- esta bem senhor desculpa a minha ignorância, vou ir até a cozinha falar com a chef e ver o que ela acha mais apropriado servir para o cardápio do baile. Klaus- faça isso, avisa eles que estão todos convidados para o baile de amanhã a noite, mesmo que o buffet seja feito por eles, vamos contratar outros garçons, eles podem entregar as comidas cedo e depois deixar os garçons organizar para servir. lorenzo- sim senhor. o Lorenzo saiu e fiquei ali escutando as pessoas apreciando cada sabor a cada mordida, parece que realmente a comida é um sucesso, não tem o porquê o buffet não ser daqui. Derrepente uma moça passou por mim servindo as mesas, não pude deixar de notar que ela tinha um cheiro estranhamente doce e envolvente, me deixando inquieto, olhei para ela mais ela estava de costas pra mim vestindo o uniforme do restaurante, cabelo bem preso em um coque, tentei olhar seu rosto mais não consegui ela não se virava na minha direção, e aquele cheiro vindo dela estava me deixando louco sentado na mesa, o cheiro não passava nem com toda a distância que ela estava de mim, pela primeira vez na vida senti um enorme desconforto, o que ela estava fazendo, será que era feitiço? não consegui tirar os olhos dela, por que o cheiro era tão forte a ponto de me fazer levantar da mesa, minhas mãos estavam formigando, o que tá acontecendo comigo? Será que tô passando m*l? o que esta feiticeira está fazendo?, meus olhos estava vidrados e em alerta a cada movimento dela, e do nada ela tropeçou em alguma coisa e caiu com a bandeja com 3 taças, ela caiu no chão chamando atenção do restaurante todo do barulho que fez as taças quebrando, o cheiro ficou mais intenso invadindo minha garganta, a sede por sangue era incontrolável, as minhas presas que só sai para fora quando estou presente a sugar o sangue quente de alguém, agora estavam a mostra, e foi então que eu vi de longe moça estava sangrando cortou o braço com a queda. meu instinto falou mais alto que eu, eu fui até ela no chão e segurei o seu braço sem encarar ela nos olhos, tudo que eu mais queria nesse momento era morder ela, eu só precisava de um pouco desse sangue que parecia tão doce e apetitoso, e estava ali expôs na minha frente.
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