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947 Palavras

Giovanna — Donatella! — Cecília a repreende. — Não a escute, Giovanna. Não há homem quebrado nesse mundo que uma bela mulher não consiga consertar. As garotas reviram os olhos para o romantismo de Cecília. Mas eu acho fofo que em meio a tantas trevas exista um pouco de luz. Olho ao meu redor outra vez e percebo alguns homens subindo as escadas. Rostos sérios, olhares rígidos e passos determinados. Com certeza eles vão aprontar alguma. — Ah, eu preciso ir ao banheiro — digo do nada. — É claro, querida. Suba as escadas e siga para o lado sul da casa. Sorrio amistosamente para Cecília. — Obrigada! No caminho até a escadaria pego um copo de uísque na bandeja de algum garçom. Esvazio o copo e o largo na mesma bandeja. Faço uma careta no processo e logo um calor do álcool começa a me ento

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