Giovanna — Giovanna, acorde! Escuto a voz distante de Andreas, mas os meus olhos estão pesados demais para se abrirem. — Vamos, Chapeuzinho, precisamos ir. — Ele insiste com seus beijos cálidos em minha pele que me fazem soltar um gemido preguiçoso e no mesmo instante me espreguiço, abrindo apenas uma brecha de olhos. — Só mais um pouquinho — resmungo sonolenta e tento me virar para o outro lado da cama. Contudo, Andreas não me permite. Ele me faz virar de frente para ele, rouba um beijo rápido da minha boca, enquanto dois dedos seus brincam com o bico do meu seio. — Nada disso, mocinha! — ralha. O leve balanço do barco me faz lembrar de onde estamos e de tudo que fizemos aqui. Andreas Castellini me proporcionou um dia mágico e divertido. Bem longe dos meus problemas e de toda a nossa

