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1245 Palavras

Giovanna — Não é óbvio? Eu vim para te devolver a droga do dinheiro que você deixou na p***a do quarto de hotel! — O homem grunhe em desagrado. — Quem você pensa que eu sou, seu... i****a?! Seu... escroto do c*****o?! — rosno entre dentes. Em resposta, ele fica de pé e ergue as suas mãos. — Ok, entendi que esteja chateada... — Chateada não, eu estou p**a mesmo! — Não me entenda m*l, ok? — Ele diz com desdém. — Eu só quis te agradecer a noite bem calorosa que tivemos. — EU NÃO SOU A p***a DE UMA PROSTITUTA! — berro, mas sem gritar. — Abaixe o seu tom de voz! — range baixo e entre dentes. — Você ainda não me ouviu gritar, Doutor. Um sorriso safado se abre nos seus lábios. — Ah, eu ouvi sim e foi... fabuloso. — Sinto as minhas bochechas queimarem. — E eu não disse que você era uma pr

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