EVA MENDES Gemi fortemente na língua que me sugava, Abel não parava de me enviar enlevo pela sua destreza labial. Adão gemeu juntamente comigo, sussurrando que não via a hora de provar meu melzinho também. Caim me concedeu uma linguada generosa, outra e mais outra, levando qualquer resquício de pensamento que eu tivesse. Só almejava ser deles e nada mais importava. Chegou a erguer o meu ventre no processo, assim, suas duas palmas se acomodaram pretensiosamente sob minhas nádegas. Meu macho lambia a carne a sua mercê e de quebra apertava as bandas do meu traseiro de acordo com o seu profundo desejo; não era forte ao ponto de deixar marca, mas ele aplicava a fricção adequada para esse momento sublime, da qual estávamos os três em conjunto compartilhando. Nada poderá ser comparado com o
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