Capítulo 37

1159 Palavras

CAIM Eu e meu irmão estamos nervosos para pegar no sono, sendo assim viramos vários copos de drinks enquanto andávamos no piso da sala, matutando, planejando os próximos passos. O investimento nesse romance não poderia ser terminado assim dessa maneira tão relapsa. Era mais que provável que havíamos assustado a pequena borboleta. A certeza que a nossa doce Eva se encontrava debaixo de uma coberta quentinha confortava os nossos corações. Mas a incerteza de que ela na queria-nos ver pintados de ouro nos cercava. — Por que a deixamos ir? Deveríamos ter lutado mais, fazê-la escolher a nós dois. — Falava ele esfregando o corpo de vidro na testa enquanto pensava. Nosso cérebro fervia de idéias, nossos corpos sentiam saudades do calor dela... Céus, se pudesse fechar os olhos agora poderia lem

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