EVA No autódromo ficamos os três ansiosos olhando a corrida pela telona, tínhamos um lugar privilegiado, no alto, protegidos da multidão lá em baixo. Embora a proteção e o conforto seja patrocinado pelos gêmeos e toda a sua produção, seria bem melhor estar no meio do povo. A maioria eram orientais, mas vibravam feito brasileiros, e mais da metade dos olhos puxados torcia pelo meu piloto. Enchendo-nos de orgulho. Havia se passado duas horas desde o início da corrida, sem contar os minutos de intervalo. Abel tomava a liderança, como sempre fazia nas curvas. Porque assim parecia dar mais impulso na hora de fazer a manobra. Era sua última volta, e nós três aguardamos o resultado de pé, eu colada aos seus corpos quentes, abraçada, no meio dos meus homens. Quando Abel alcançou a linha de cheg

