Capítulo 66 (Penúltimo)

1238 Palavras

Luiza abriu os olhos doloridos, estava em um jardim bonito, o vento morno mexia com a ponta do vestido rosa que ela usava. Os pés estavam descalços em contato com a grama macia e fria. Ao caminhar meio perdida notou que estava mais leve, o peso da gestação não estava mais em si. Por um instante se sentiu desesperada, olhou em volta. - Cadê a minha barriga? - Ela já foi. Luiza levantou os olhos e virou o corpo a procura daquela voz que lhe fazia tanta falta. - Pai! Walter estava usando roupas brancas, os pés também eram descalços, Luiza havia perdido as contas de quantas vezes tentou vizualizar aquele sorriso do pai. As lágrimas brotaram nos olhos ao abraça-lo. Ele era de verdade, ela constatou. - Que saudade. - Luiza se afundou naquele abraço do pai. - Eu também meu amor. - Walt

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