ÂNGELA MARIA Cercamos o casebre modesto de barro, todos os meus homens estão apostos e com coletes a prova de bala, o que tenho certeza ser só uma precaução, afinal estamos atrás de um covarde que matou a mulher enquanto dormia, rato da pior espécie, não suporto covardes! - vamos entrar pela porta de trás... Sussurro ao sargento Peixoto que veio comigo e está comandando os policiais ao meu lado. A porta é de madeira velha e não tenho dificuldades em coloca-la a baixo com uma pezada, o estrondo do arrombamento é alto, uma velha senhora corre apavorada até nós. - o que está acontecendo aqui! - policia, mão para cima! A senhora é revistada e está limpa. - onde ele está? - eu não sei quem estão procurando! - senhora eu conselho a colaborar com o trabalho da policia se não quiser ser

