ALINE COOPER — Aline, seu irmão chegou. — Escuto Norma dizer. Pulo correndo da cama e quase rolo as escadas, de tão rápido que corro. Assim que vejo Theo parado de costas na sala de estar, abro um enorme sorriso. — Theo. — Ele se vira e, ao me olhar, sorri. Corro para abraçá-lo e acabo me jogando em seu colo, ele me levanta do chão e cai na gargalhada. — Eu senti tanto a sua falta, baixinha — murmura. Me recomponho. — Também senti a sua, maninho. — O puxo para se sentar do meu lado no sofá. — E aí, cadê o tal bilhete? — Levanto-me rapidamente, indo até meu quarto e voltando alguns segundos depois com o pequeno papel. Entrego nas mãos dele, que parece analisá-lo bem. — E então? — pergunto. — Bom, realmente é meio bizarro o final desse bilhete e se o papai, ou até mesmo o Christi

