* Pietra * . Abro os olhos e sinto algo pesado em cima de mim, viro a cabeça e é ele ali, mais uma vez dormindo em meu colo. Levanto minha mão e toco seu cabelo, fazendo um pequeno carinho, e ele acorda e abre um sorriso, um sorriso feliz diferente dos outros que eu já tinha visto. _ Mio dolce. — ele se levanta e me dá um selinho. _ Fiquei preocupado, dormiu a tarde toda e já é de madrugada. Acabei cochilando. _ Foi grave o tiro? _ Por Dio não, mas vai demorar algum tempo para você estar bene. — ele passa a mão em meu rosto devagar e eu seguro sua mão. _ Fiquei com medo de perder você para morte. _ Mas não perdeu. _ Não quero que trabalhe mais, fique em casa é a única mulher da famiglia. _ Vou tentar. _ Pietra eu... — a porta se abre por um enfermeiro. _ Que bom que a paciente

