Ele me olhava fixamente, talvez esse assunto o deixasse desconfortável mas eu queria muito saber um pouco mais sobre ele. — Qual é, você não faz ideia do que quer fazer? — insisto, dando-lhe uma piscadela. — Ah, eu sempre tive planos, mas nada muito objetivo e certo — Thomaz argumenta, sem jeito. — Sabe que pode confiar em mim, não sabe? Ele abaixou a cabeça e quando levantou juntou fôlego em seu peito e desabafou; — Tudo bem, você venceu. Meus pais. Esse é o problema. Eles querem que eu seja o médico estimado e rico que eles sempre sonharam que eu seria, mas eu não consigo aceitar isso. — Não é o seu sonho? — pergunto, triste e aliso seus cabelos. — Não. Meu sonho sempre foi abrir uma empresa, inovar. Medicina nunca foi meu sonho. É frustrante! Eu fiquei cabisbaixa. Thomaz sempre
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