Ele continuou lá, fingindo que não estava nem aí. Meu queixo estava tremendo e meus dentes batiam um no outro de frio por mais que estivesse com o casaco dele. Estava muito frio então eu estava toda encolhida, mas não o bastante para Thomaz perceber. Thomaz involuntariamente ergue as mãos e toca em meu pescoço, e depois na minha testa, dizendo: - Você está com febre! Vamos, vamos entrar, Katherine. Logo. - Não. - eu digo. - Por favor. Está muito frio aqui fora. - Não. - respondi, novamente. - Por que? Quer me torturar? - ele questionou segurando minhas mãos. - Não. - É só isso que você sabe dizer? Não? Abaixo minha cabeça para esconder o sorriso. - Não. - murmurei. - Não é só isso. Por favor, Thomaz, me deixa sozinha. Eu só quero poder ficar sozinha Thomaz não me obedeceu, ao in

