Segunda fase - Capítulo 32

1791 Palavras
Anahí com dificuldade conseguiu tirar Alfonso do carro. Ele ria, falava coisas sem sentidos. Anahí: Mai, me ajude aqui. Maite revirou os olhos. Maite: Eu já fiz muito hoje. Não me metam nessas bagunças de vocês. Disse sem se mexer dentro do carro. Anahí: Mai, por favor. Pediu Maite: Merda! Disse antes de se levantar e ir ajudar. - Quando forem ficar bêbados façam isso sem ocupar os outros. Disse irritada. Alfonso riu. Alfonso: Ela tá brava, amor. Disse a Anahí com voz embolada. Causando risos nos três. Maite: Só estou te ajudando, porque você fica bem mais engraçado quando está bêbado. Disse rindo. Anahí: Me ajude a abrir a porta. Pediu entregando as chaves a amiga. Quando entraram na casa tudo estava silencioso. - Vamos tentar não fazer barulho. Disse sussurrando. Alfonso: Por que? Disse baixinho também Anahí: Por que você está caindo de bêbado. Disse óbvio. Alfonso: Não estou caindo. Disse ainda aos cochichos com ela. Bruscamente Anahí o soltou e ele cambaleando para Trás - OPAAA! Disse quase gritando ao sentir tudo rodar. Maite o amparou junto com Anahí. Anahí: Cala a boca, vão nos ouvir. Disse o ajudando a subir as escadas. Alfonso: Eu preciso de um banho, vai me dar um ? Eu fiz com você. Disse sapeca Anahí: Sem banhos, do jeito que está é capaz de acordar a casa toda. Alfonso: Poxa! Pensei que ia me chupar de novo. Disse fazendo bico. Anahí: Alfonso! Maite riu dos dois. Alfonso: Que foi? A Mai sabe o que é isso. Você já chupou um p*u? Perguntou a Maite. Maite: Já. Alfonso: Viu, amor. Aposto que ela já chupou o Uckerzito. Disse divertido. Anahí: Chega, Poncho! Disse envergonhada Maite: Não é Uckerzito, ele é bem grande por sinal. Disse safada. Alfonso: Ah, mas não é maior que o meu. Pode ter certeza. Fala pra ela, Annie. Diz que meu p*u é grande. Disse indignado. Anahí: Parem vocês dois. Mai, não dê corda, por favor. Maite: Você nunca me disse o tamanho do p*u dele. É grande mesmo? Entrou na brincadeira. Anahí: Maite Perroni! Alfonso: Fala pra ela, amor. Disse ao entrarem no quarto. Elas o deitaram na cama. Maite: Ela está com medo de que eu fique curiosa e queira te chupar todinho. Provocou Alfonso: Você não pode. Só a Annie pode. O Ponchão é dela. Ele disse como uma criança que faz manha colocando a mão por cima do seu m****o como se quisesse o proteger e Maite riu. Anahí: Tire esses olhos gulosos do que é meu, Maite. Disse a encarando. - E sim, ele é grande. Disse já ajeitando Alfonso na cama. Maite: Posso dormir agora? Anahí: Vai lá. Obrigada, amiga. Maite: Tudo bem, me agradeça quando estiver chupando seu homem. Disse divertida e saiu do quarto da amiga. Alfonso: O que vamos fazer agora? Disse sentindo Anahí tirar seus sapatos. Anahí: Vamos dormir. Alfonso: Isso é chato. Por que não brincamos um pouco? Anahí: Não está na hora de brincar. Disse rindo. Alfonso: Está sim. Ele sorriu ao sentir aos mãos dela no ziper que da calça. Ela tirou e por um momento sentiu o desejo de realmente o chupar. Viu o sorriso safado dele. Anahí: Cretino! Alfonso: Você quer que eu sei. Disse malicioso. Anahí: É melhor dormi. Alfonso: Vai, amor. Só uma chupadinha. Já estou duro. Disse sacana e ela já estava tentada. Terminou de tirar a camisa dele o deixando só de cueca na cama. - Eu sou só seu e pode fazer o que quiser comigo. Disse a olhando nos olhos e foi o suficiente para que ela deixasse o desejo falar mais alto começando a distribuir beijos pelo peitoral dele. - Humm..Annie.. gemeu sentindo as unhas dela o arranhar de leve. Ela sorriu. Ela retirou a cueca, o deixando completamente nú na cama. Descendo as mãos até o p*u dele. Ela começou a masturba-lo bem devagarinho enquanto dava leves lambidas com a ponta da língua bem na cabecinha do p*u dele, o deixando louco. Ela o masturbava , e ao msm tempo chupava as bolas dele, deixando-o bem louco. Ele ficou tão e******o que a agarrou pelos cabelos bem forte a enfiou o p*u dele dentro da garganta dela, deixando-a quase sufocada, mas acima de tudo isso a deixava ainda mais excitada, ela gostava de vê-lo perder o controle. Ela o engolia como se estivesse com fome, chupava tão forte, que perdia o fôlego, o chupava bem gostoso, massageando suas bolas. Ele puxava num vai e vem pelos Cabelos, e ela arranhava os p****s dele. Ela acelerou até ele começar a se contrair, dando índice de que ia gozar, ela contornou com a língua a cabeça do p*u dele e foi o ápice pra ele, foi o que desencadeou o orgasmo dele, o fazendo gozar na boca dela. Ela se lambuzava com o todo aquele g**o quente, ela passava a língua sobre o p*u dele, pegando os respingos do g**o dele. Alfonso: Uau! Foi tudo o que conseguiu dizer após o orgasmo forte. - Vem cá, deixa eu retribuir. Disse a puxando pelo braço. Anahí: Não precisa. Disse sorrindo. - Agora nós vamos dormir. Alfonso: Annie... Disse contrariado. Anahí: Fica aí quietinho. Já volto. Disse indo em direção ao banheiro. E Alfonso ficou ali esperando. Ele não queria dormir, não até que ela estivesse com ele na cama. Quando ela voltou ele a encarou. Alfonso: Por que vestiu isso? Disse se referindo a camisola. Anahí: Para dormir ué. Disse como se fosse óbvio. Ele se sentou na cama e fez menção de levantar, mas sentiu tudo rodar e ficar um pouco enjoado. - Você está bem? Disse o olhando. Alfonso: Estou, vem cá. A chamou e ela se aproximou ficando de pé em frente a ele e alisou os cabelos dele - Hum..gosto disso. Disse aproveitando o carinho. Anahí: Acho que a nossa cota de bebida já estourou né. Disse sorrindo. Alfonso: Não precisa disso. Disse passando as mãos pelas alças da camisola e as abaixando. - Fica melhor sem ela. Disse retirando a camisola dela e quando finalmente conseguiu ele acariciou os m*****s dela - Não me canso de você. Eles são perfeito. Os apertou e ela gemeu - Você é tão linda, eu estou viciado em você, meu amor. Disse carinhoso - Também não precisamos disso. Disse colocando as mãos na lateral da calcinha de renda que ela usava. Anahí: Poncho.. Gemeu ao sentir os dedos dele na sua virilha. Ele sorriu e deu uma mordida de leve por cima da calcinha. - Aaah. Ela Gemeu. Alfonso tirou com os dentes a calcinha até chegar metade das coxas em seguida retirou com as mãos. Ele deu uma chupada no c******s dela fazendo Anahi gemer alto. - Poncho... Alfonso: Agora sim está pronta pra dormir comigo, amor. Disse a puxou para cama. Com ele por cima dela. Anahí: Poncho..é pra dormir..Disse tentando se convencer. Alfonso: Eu sei. Disse brincando com os m*****s dela e deu uma mordida em cada um. Anahí: Aaahh.. Alfonso: Gosto de ouvir você gemer. Disse passando a mão pelo corpo dela. - Você é tão gostosa. Disse a beijando. E Anahí se entregou no beijo. Mas ela mesma quem freou se não os dois em poucos minutos estariam transando. Anahí: Dormir. Disse olhando a cara dele de safado. Alfonso: Fazer o que né. Disse derrotado. E a puxou para o seu peito. Com os carinho que ele fazia em seus cabelos ela dormiu rápido. Ele com o efeito do álcool e o corpo relaxado também não foi difícil de pegar no sono. Quando Alfonso acordou percebeu que estava sozinho na cama. Apesar da bebedeira ele se lembrava de cada coisa que tinha feito. Ele já tinha se acotumado com as ressacas da da vida. Apesar de algumas coisas estarem confusas. Mas ele gostou das lembranças que vieram a sua mente. Ele riu ao lembrar de Anahí socando a cara da outra. Maite de pijamas na boate. O jeito que Anahí o chupou e como os dois dormiram. Se sentando ele viu uma bandeja de café da manhã junto com um remédio e um bilhete. Fui correr com a Mai. Ela precisa se distrair um pouco depois de ver o Ucker com a Dulce. Tome o remédio e coma alguma coisa. Tem roupas limpas no banheiro. Beijos, Anahí. Ele sorriu ao ler o bilhete dele e poderia até sentir o perfume dela no pequeno pedaço de papel. Alfonso: Você está ficando ridículo, Alfonso. Disse ao cheirar o papel - Ucker, seu i****a. Disse ao se lembrar dele com a ruiva. Ele aproveitou aquele tempo tomou seu café calmamente e após tomar o remédio foi ate o banheiro. Aproveitou tomou um banho rápido e vestiu as roupas que Anahí tinha separado. Ela tinha pensado até na cueca que ele vestiria. Riu ao ver que era suas próprias roupas. Sinal de ela tinha ido até a casa dele buscar. Ele sorria feito bobo nunca se sentiu assim antes e estava gostando. Se antes ele e Anahí compartilhavam tanta i********e, tantas coisas. Agora parecia que tudo tinha mudado para melhor. Após o banho ele se vestiu, escovou os dentes, já que ela tinha separado uma escova para ele. E pegou a bandeja e desceu. Na cozinha encontrou Tisha e Maria, Maria era quem ajudava com as tarefas da casa. Tisha não gostava de usar a palavra empregada. Alfonso: Bom dia, meninas. Disse sorrindo e Maria retirou a bandeja das mãos dele. Tisha: Bom dia, querido. Maria: Bom dia, menino. Obrigada pelo “meninas”. Disse sorrindo e ele deu um beijo na bochecha de cada uma. Tisha: Dormiu bem? Alfonso: Maravilhosamente bem. Maria: Efeito Anahí. Disse brincando. Alfonso: Isso com certeza. Cadê a minha noiva? Não voltou ainda? Tisha: Não, eu acho que vão demorar, a menina Mai não parecia muito bem. Alfonso: Já até imagino porquê. Eu vou para casa quando a Annie chegar é capaz dela ficar com a Mai. Acho que hoje ela precisará consolar a amiga e eu sobrei nessa. Disse divertido. - Pede pra ela me ligar, ok? Tisha: Pode deixar. Mande um beijo pra sua mãe. Alfonso: Está bem. Beijos, Meninas. Disse indo embora. Maria: Ele é tão lindo. Disse vendo Alfonso ir embora. Tisha: Apesar de tudo, ele é um garoto maravilhoso. Deixa Anahí ouvir você falando assim dele. Riu Maria: Que isso, gente. Eu tenho quase a idade da mãe dele. Tisha: Annie do jeito que é ciumenta, capaz de achar que você quer ter um caso com ele. Melhor ficar longe. Maria: Vou ficar, não quero que ela cuspa na minha cara ou então me soque. Disse se referindo as coisas que Anahí fez já que elas ficaram sabendo por Maite o que tinha acontecido. Tisha gargalhou.
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