Segunda fase - Capítulo 21

1938 Palavras
Alfonso foi despertando aos poucos e sentiu um corpo quente e macio, ele estava dormindo de conchinha com uma mulher, ele nunca tinha dormindo assim com mulher nenhuma. Na verdade, ele não era homem que dormia com a mulher depois t*****r, após o sexo ele sempre ia embora. E isso o assustou, ele não se lembrava de ter transado com ninguém na realidade o que ele se lembrava era de estar com Anahí assistindo série e só. Anahí. Sua mente despertou rapidamente e foi ele abriu os olhos e sentiu o corpo todo estremecer, eles estavam muito, mas muito colados. Alfonso: Jesus Cristo! O que eu fiz? Disse atordoado. Ele tinha o braço envolta da cintura dela, as pernas dos dois entrelaçadas e só de cueca, e uma ereção matinal que estava no traseiro de Anahí. Ele percebeu que entre o m****o de dele e a b***a de Anahí, só eram separados, pelas roupas íntimas, e não pode deixar de olhar a calcinha fio dental dela. -Que traseiro! Exclamou admirado. Ele nem sabe o que deu nele, mas quando percebeu já estava alisando a b***a da sua amiga. E com o toque Anahí foi despertando e Alfonso interrompeu-o. Anahí: Bom dia! Disse com cara de sono e ele a admirou nunca vira uma mulher ficar tão linda ao despertar. Alfonso: Bom dia... Anahí: Tem alguém animado aqui. Disse sapeca, ela já tinha acordado desde de quando o sentiu se mexer, mas esperou a reação dele, então tinha escutado o elogio e sentiu o corpo estremecer quando o sentiu passar a mão em sua b***a. Alfonso ficou desconcertado, ele estava muito constrangido, seja pelo que ela disse, seja por como estavam na cama. Alfonso: Annie...er...nós...eu...e... você... Anahí: Calma, não aconteceu nada. Você pegou no sono e eu tive que ajudar a vir para o quarto e acabei pegando no sono. Ela esclareceu ao perceber como ele estava sem jeito. Alfonso: Bom, eu vou até a cozinha preparar o nosso café. Saiu apressado da cama e quando Anahí viu Alfonso sair do quarto apressado como se o quarto estivesse em chamas, ela se jogou na cama e abafou sua risada com o travesseiro. Anahí: Eu tenho um belo traseiro né Herrera? Disse maliciosa e riu Alfonso entrou no banheiro do corredor e lavou o rosto e olhou-se no espelho. Alfonso: Se controla, Poncho, se controla. Pegou uma bermuda preta que estava pendurada e vestiu. Tentando se controlar, respirou fundo e foi até a cozinha. Quando Alfonso terminava o café viu Anahí entrar na cozinha, com a pernas de fora, só vestindo a camisa dele, estava absurdamente sexy, ele literalmente babou, tanto que entornou até o café. Anahí: Poncho! Disse ao olhar que o café estava sendo derramado na pia. Alfonso: Maldição! Disse ao se recuperar do transe. Anahí: Quer ajuda? Alfonso: Não, pode se sentar. Disse a olhando-o a olhou de cima baixo e observou que ela não estava usando sutiã. Engoliu a seco – Esta sem sutiã? Perguntou sem conseguir se controlar e Anahí riu. Anahí: Estava me olhando Herrera? Perguntou maliciosa e erguendo a sobrancelha deixando Alfonso corado, ele se sentia um merda de adolescente em plena ebulição de hormônios, sempre ficava desconcertado com Anahí, muitas vezes ficando sem reação e sem ter o que dizer. – Eu vou me trocar depois, se puder gostaria de usar seu banheiro para tomar um banho. Ele só assentiu. Eles tomaram café e conversaram sobre banalidade, Anahí até compartilhou com ele algumas coisas que estava pensando para o casamento e Alfonso a escutou atentamente e até concordaram que estava na hora de contarem a família deles que iriam se casar. Após terminarem, ele se jogou no sofá iria esperar Anahí tomar banho e enquanto esperava iria assistir o canal de esportes, foi nesse momento que Anahí decidiu que iria pagar a aposta. Ela pegou o celular e mandou mensagem para Maitê. Como sou uma mulher de palavra, vou pagar a aposta agora. Me deseje sorte. Não demorou para Maitê responder. Arrase, garota. Toda sorte do mundo. Mostre teus p****s lindo ao babaca. Anahí riu com a mensagem. Anahí: Poncho... Alfonso: Sim... Respondeu e viu Anahí ficar bem a sua frente, não pode deixar de olhar novamente seu corpo, a garganta estava seca e só de olhar os s***s dela e imaginar que estava sem sutiã o excitava. Anahí: Quer olhar? Perguntou travessa e Alfonso engoliu a seco. Alfonso: O que? Perguntou tentando assimilar se tinha escutado direito. Anahí: Eu perguntei se quer olhar, você não para de encarar meus s***s. Disse maliciosa. Alfonso: Annie, não! Disse tentando ser racional. Anahí: Vou te mostrar e você me diz o que achou. Disse desabotoando os primeiros botões da camisa social dele. Ele se levantou bruscamente do sofá e segurou as mãos dela. Alfonso: Para! Disse atordoado, se ela fizesse isso ele não poderia garantir que se controlaria. – Annie, você não é assim... Anahí: Relaxa, Poncho. Disse o empurrando no sofá de novo. – Se vamos casar precisamos ter o mínimo de i********e. Alfonso passou a mão no rosto nervoso e viu Anahí desabotoar todos os botões e em seguida ficar somente de calcinha na sua frente. Ele já estava duro e ficou paralisado ao ver Anahí só de calcinha na sua frente. Ela ainda deu uma voltinha dando a ele uma visão privilegiada. – E então, o que achou? Estou dentro dos padrões das mulheres que Alfonso Herrera sai? Disse travessa e viu os olhos de Alfonso escurecerem de desejo. Ele mandou todo e qualquer senso a merda e se levantou. Alfonso: Você está muito acima dos padrões, muito além de qualquer coisa. Disse rouco e Anahí estremeceu. – Você gosta de provocar né, gosta de brincar, Anahí. Então vamos brincar. Disse sensual e ali não era mais o amigo, o cara que estava tentando ser leal e racional. Era um homem que fora provocado e estava ardendo de desejo. – Nenhuma mulher com quem já transei era tão gostosa como você. Ele se sentou no sofá de novo deixando Anahí confusa, ela já não tinha certeza se fora uma boa ideia provoca-lo. Alfonso: Faz o que iria fazer. Ordenou a encarando e a puxou para seu colo. Anahí orgulhosa do jeito que era não iria se fazer de revogada pegou as mãos dele e colocou em seus s***s. Anahí: Sente. Sinta em suas mãos. Disse sensualmente no ouvido dele o fazendo se arrepiar. Alfonso: Gostoso, macios. Disse e começou a brincar com os m*****s dela. -Será que o gosto é tão bom? Perguntou sensual e Anahí estremeceu diante da sugestão ambígua. Ele sorriu, um sorriso malicioso. Anahí: Poncho... Disse tentando assimilar e controlar o desejo. Ele nem deu tempo e já estava com um dos s***s dela na boca, arrancando um gemido dela. -Ahh Alfonso: Gostosa! Disse e abocanhou o outro. Anahí: Humm, Poncho... Alfonso: É delicioso ouvi-la gemer meu nome. Disse mordendo a orelha dela – Vai baby, rebola para mim. Segurou a cintura dela e sem conseguir se controlar, Anahí já estava se movimentando nele, simulando o ato s****l, fazendo os dois gemerem – Isso...assim... Disse jogando a cabeça para trás. Anahí não perdeu tempo e atacou o pescoço dele entre beijos e mordidas. Mas enquanto Alfonso e Anahí aproveitavam, a família dele estava preocupada. Ninguém tinha noticias dele, quando ele dormia com alguém, sempre voltava para casa, nunca passava a noite toda com uma mulher, ou então quando dormia no seu apartamento sempre avisava, e devido ele estar todo estressado e ter saído feito um furacão na noite passada, a família já pensava o pior. Ruth já chorava no desespero, os irmãos decidiram sair em busca de notícias. A bermuda de Alfonso já estava no chão, agora os dois apenas de roupas íntimas gemiam por estarem tão entregues. Alfonso encarou Anahí e a puxou pela nuca a beijando, não fora nem de longe o primeiro beijo que Anahí sonhara entre ela e Alfonso, era agressivo, selvagem, ele explorava a boca dela como um homem esfomeado, mas sem sombra de dúvidas era gostoso, ela estava gostando daquilo era muito além do que ela poderia imaginar, era muito além do que sonhou. Ele levou uma das mãos até a i********e dela e esfregou o c******s, Anahí se perdeu, nem no beijo conseguia se concentrar mais. Alfonso: Tão molhada... Que delícia. Anahí: Mais... Poncho... mais...Pediu afoita. E Alfonso atendeu ao pedido dela intensificando ainda mais os movimentos. Alfonso: Vai me deixar louco desse jeito. Ele a olhava hipnotizado ao ver a entrega dela, aquele corpo se movimentando em cima dele, os olhos azuis agora escuros, a boca carnuda gemendo, o corpo quente, a pele vermelha. Ele parou quando sentiu que ela iria gozar. – Só no meu p*u, baby, só vai gozar quando eu estiver dentro de você. Anahí: Então vem... me faz sua, vem... Disse ofegante e recebeu um tapa na b***a e ela arqueou o corpo, nunca tinha levado um tapa, no entanto tinha gostado, e muito diga-se de passagem. Alfonso: Safada! Está muito gulosa. Disse safado, mas se perdeu ao sentir a mão dela dentro da sua cueca e acariciar o p*u dele. Anahí: Está tão duro para mim, gatinho. Alfonso: Hum...Annie... Anahí: Tão gostoso. Alfonso: Quero te chupar todinha, te fazer gemer cada vez mais, gemendo alto, bem alto. Ele ouviu Anahí soltar um gemido. Anahí: Está esperando o que então? Provocou. Alfonso: Anahí... Anahí. Alertou e em seguida suas bocas já estavam coladas dando início a um beijo sedento, estavam tão perdidos que não ouviram o barulho do celular dele tocar e muito menos o barulho na porta. A família dele, decidiu primeiro ir até o apartamento e em seguida fazer uma busca pela cidade, enquanto as esposas dos irmãos de Alfonso ficavam em casa e ligavam para as delegacias e hospitais, fora um choque quando Marcelo colocou a chave extra na porta e ouviram gemidos e em seguida um tapa, ao entrarem paralisaram ao verem Anahí no colo de Alfonso praticamente nua, ele tinha uma das mãos dentro da calcinha dela e outra na b***a. Oscar: Bonito em! Nós aqui preocupados e você transando. Disse risonho e a primeira coisa que Afonso fez fora jogar seu corpo em cima do de Anahí para a cobrir a deitando no sofá. Os dois assustados. Alfonso: p***a, cara! Disse ao se recuperar. Anahí constrangida e Ruth atônica com a cena. Marcelo muito sério e os irmãos prendendo o riso. Anahí: Ai meu Deus! Que vergonha! Disse pegando a camisa dele se cobrindo Alfonso: Será que vocês poderiam se virar? Disse tentando se controlar. Marcelo: Claro. Se recomponham. Disse e eles se viraram. Anahí logo saiu feto foguete para o quarto e Alfonso pegou sua bermuda e vestiu. Alfonso: Pronto. Eles se viraram – O que fazem aqui? Oscar: Ficamos preocupados, você sumiu não deu notícias Marcelo: Saiu ontem transtornado. Completou e Alfonso compreendeu. Alejandro: Mas já percebemos que você estava ótimo. Disse e os homens riram Ruth: Alfonso, eu espero que você não magoe a Anahí. Disse séria e a frase da mãe pareceu trazer Alfonso finalmente a realidade. Alfonso: Eu não vou. Ruth: Ela não é essas mulheres com quem você sai. Alfonso: Eu sei. Ruth: Ela merece todo o respeito. Alfonso: A senhora está certa. Ruth: Não a use como um objeto. Alfonso: Eu não vou. Ruth: Não a descarte como um nada. Alfonso: Eu não vou. Disse os irmãos queriam rir da conversa. Marcelo: E o que vai ser agora? Porque até onde eu sei vocês são amigos. Disse sério. Alfonso: Eu vou me casar com ela. Disse simples. Todos: É O QUE? Perguntaram juntos.
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