Bruno. Eu não costumo perder tempo em lugares como este, mas hoje é diferente. Leonardo Salvatore, o homem que tentou destruir a vida de Helena, enviou uma carta pedindo perdão. Como se essas palavras pudessem consertar todo o dano que ele fez. A simples ideia de que tentou alcançá-la, mesmo que esteja atrás das grades, acende uma fúria que m*l consigo controlar. Eu ando pelo corredor da prisão com passos firmes, ecos ecoando nas paredes cinzentas. A luz é fraca e o ar é carregado com algo obsoleto. Este é o lugar onde ele merece estar. Eu paro em frente à pequena sala de visitas, e o guarda abre a porta para mim. Ao entrar, vejo Leonardo esperando por sua visita ao lado do copo, com uma expressão de calmo que me faz querer quebrar esse copo com meu próprio punho. Sento-me à sua frente,

