LORENZO MALDINI Carolina era uma vergonha nas cartas. Vergonha era pouco! Chegava a ser humilhante vê-la perdendo. Pedro e meu pai nem se fala, se divertindo da situação, mas no lugar deles eu faria o mesmo. Depois do almoço, de todos os parabéns, o que é bom? Sexo. Okay, iríamos nós de novo. O que é bom depois de um tempo com a família? Distração. No meu caso, seria tentar não perder a cabeça no jogo. Ela sabia jogar, mas era o básico do básico, mesmo. Às vezes como se ela estivesse perdendo porque queria, e pior que isso é que ela não queria parar. Tínhamos dinheiro envolvido, uma aposta de quinhentos dólares. Ela em Las Vegas sairia até sem a roupa do corpo. Um ótimo lugar, mas sem Carolina. Eu não diria nada, no entanto, porque ela estava se divertindo. Eu não sabia que

