LORENZO MALDINI Carolina abriu a porta e eu balancei a cabeça várias vezes até dar um sorriso irônico para ela. — Tem mais alguma coisa para me jogar? — perguntei, tentando ao mesmo tempo não falar, fazer ou agir de forma bruta com ela. — Desculpa, Lorenzo, desculpa mesmo! — Fiquei parado na porta, bufando e tentando não ser explosivo. Já tentou contar até 1000? Eu estava no número 456. Carolina pegou minha mão e me fez entrar de vez. Me puxou até eu estar no seu sofá, sentado. Ela tirou o celular da minha mão, junto com o terno preto. — Vou buscar uma toalha. Ela parecia nervosa. Não disse nada, entrei e permaneci sentado no seu sofá, com a camisa ensopada. Não fique com raiva... Não fique com raiva... Merda! Já estava irritado demais com assuntos da empresa. Ela tin

