Capítulo 18

1333 Palavras
William colocou a filha na cama já adormecida e assim que fechou a porta viu Laura o olhar sorrindo no corredor. Eles tinha passado o tempo todo vendo filme com a menina, Laura e Lara se aproximaram bastante e até fizeram desenho juntas o que foi um alívio par William ao ver a filha tão a vontade com Laura. E mesmo ainda sem comer muito os três jantaram juntos. Laura: Acho muito bonito o carinho entre vocês. William: Ela é o meu bem mais precioso. Laura: Sua família é muito unida, isso é muito bonito. William: Apesar do meu pai ser um mulherengo e tanto, eu e meu irmão, assim como as nossas mães, soubemos lidar com situação. Laura: Bom, eu acho que já está tarde. É melhor eu ir. William: Fica mais um pouco. Depois eu te levo. Laura: Tem certeza? William: Absoluta. Fica, vamos sentar no sofá eu vou abrir uma garrafa de vinho para gente. Disse e ela assentiu. Enquanto os dois desceram as escadas, Laura foi para sala enquanto esparar William buscar o vinho. Ela aproveitou e mandou uma mensagem para Alice dizendo que demoraria mais um pouco. Mas Alice estava ocupada demais para visualizar a mensagem de Laura. William Chegou com o vinho e as taças. Se sentou ao lado dela no sofá e os serviu. - Espero que goste. Laura: Tenho certeza que sim. William: Queria te agradecer por ter ficado aqui e por passar esse dia com a gente. Laura: Não precisa me agradecer, eu gostei muito de passar esse tempo com você. Me encantei com a Lara. William: Eu tenho certeza que ela também gostou de você. Disse se aproximando. - Laura, eu.. Laura: Não diz nada. Só me beija. Pediu e ele atendeu carinhosamente ao pedido dela. O beijo começou lento e foi ganhando movimentos aos poucos até que os dois já estavam aos amassos no sofá. William: Eu queria que fosse especial, não quero que nossa primeira vez seja assim, apressada. Disse terno e ela sorriu. Laura: Você é incrível. Eu acho que hoje também não seria uma boa opção. Sua filha dorme no andar de cima. William: Isso também. Eu nunca trouxe mulher nenhum para minha casa. Para o meu quarto. Eu quero algo sério com você. Quero que você e a Lara se deem bem. Eu estou gostando de você de verdade, Laura. Laura: Eu também estou gostando de você. Muito. Ele sorriu e a beijou. Eles conversaram mais um pouco e ficaram trocando beijos e carinhos, sem perceber a hora passar. Até que Laura percebeu que já era tarde. Ele queria levá-la, mas Laura achou melhor ele ficar e não deixar Lara sozinha, a menina poderia acordar e não o encontrar, ele xingou o irmão por não ter chegado e ele sabia que o Nico deveria dormir fora, mas ele imaginava que era com Paula, não tinha ideia de onde o irmão estava. Nico dormia tranquilo, ele poderia dizer que Alice o deixou exausto seja pelas transas seja por ter sido tão intenso. Eles transaram pela segunda vez, mas calmo, mas mesmo assim intenso, era mais sentimentos. Ele ainda fez um oral nela, do jeito de desejava e ela retribuiu a altura. Dormindo na cama dela completamente nú. Alice o olhou mais uma vez e sorriu, mesmo se recriminando por ter cedido tão fácil, não tinha arrependimento. Tinha sido ótimo. Ela se levantou e foi até a sala recolheu as roupas deles, vestiu a camisa dele e a calcinha. Foi até a cozinha tomou um copo de água e voltou para o quarto com as roupas nas mãos. Colocou em uma poltrona perto da cômoda e trancou a porta. Não queria ter que se explicar a Laura , pegou o celular e viu a mensagem da amiga. Não respondeu, resolveu deitar, assim que deitou sentiu Nico a puxar, fazendo uma conchinha gostosa. Nico: Onde estava? Perguntou sonolento. Alice: Buscando nossas roupas antes que Maitê chegasse. Ele só assentiu e a puxou para si. Nico: Por que se vestiu? Alice: Queria que eu dormisse nua? Brincou. Nico: Queria. Disse sério. Ela se virou rindo. Alice: Nicolas! Nico: Me chame de Nico. Nicolas parece que está brigando comigo. Pediu a olhando. E as mãos já estavam na calcinha dela. Alice: Para. Disse tirando as mãos dele - Eu preciso trabalhar amanhã e se você continuar assim.. Nico: Tira. Pediu e ela se negou - Tudo bem, eu tiro. Disse cínico e começou a excita-la acariciaando o c******s dela. Alice: Não faz isso. Pediu Nico: Acho que estou viciado em você. Disse ficando por cima dela. Ela sentiu o m****o dele bem na sua entrada só sendo impedido pela calcinha dela. Começou a simular o ato s****l, a deixando louca. Alice: Tira essa porcaria logo. Pediu desesperada e ele riu. Ele tirou a camisa e abocanhou os s***s dela. - Nic, eu estou fervendo. Disse ofegante. E ele rasgou a calcinha no corpo dela, no susto ela gritou - NICO! O repreendeu e ele só riu. Nico: Assim evita de vestir de novo. Disse cínico. Puxou as pernas dela. Ela deitada com braços para cima, totalmente entregue. Ele flexionou as pernas dela, as deixando dobrada enquanto estava de joelhos. Ela queria que ele a tocasse, a beijasse, o corpo estava em chamas e ele só a olhava. Alice: Me toca, p***a Nico, faz alguma coisa. Pediu já suplicando. Ele só levou o dedo dentro dela e viu como estava molhada, ela levantou o quadril querendo mais e ele tirou o dedo. Ela reclamou e viu quando ele levou o dedo a boca e chupou, aquilo só serviu para excita-la ainda mais. - c*****o, se você..não.. As palavras se perderam quando ele a puxou pelo quadril e a penetrou de uma só vez. Ela só não gemeu de dor pelo gesto, porque o t***o era muito grande. - Animal. Nico: Sou animal? Perguntou a pentrando forte. Ela só assentiu. Alice: Sim, um cavalo. Disse sentindo as estocadas, fortes e fundas. Os corpos se chocavam com violência. Nico: Você gosta. Disse ficando por cima e com a cabeça no pescoço dela. Alice: Gosto..muito.. Disse lavando as pernas na cintura dele o apertando e arranhando suas costas. Nico: c*****o, Alice. Como me aperta gostoso. Disse ofegante. Ela sorriu. Alice: Me mete com força. Pediu e se ainda era possível ele ir mais forte que aquilo iria acabar machucando, mas ela pouco se importava, nunca tinha sentido aquilo com ninguém. Ele ia ainda mais forte, o barulho da cama contra a parede e os gemidos poderiam ser escutados pelos vizinhos com a maior facilidade. Até quando o orgasmos os atingiu e gritaram sem conseguiu se controlarem. Ele desabou em cima dela, os dois totalmente sem forças, relaxados e suados. E demoraram até conseguirem se mexerem. Ele deitou e a puxou para deitar em seu peito. Nico: Machuquei você? Alice: Não, mas com certeza Amanhã não irei sentar. Ele gargalhou. Nico: Pode ter certeza que eu não conseguirei tomar banho por um bom tempo sem sentir dor. Alice: Por que? Nico: Você acabou com as minha costas. Disse e ela corou. - Você fica linda quando cora. Mesmo depois de ser essa amante incrível, cora com facilidade. Isso me encanta. Alice: Isso é só com você. Nunca tinha sido assim com ninguém. Nunca transei desse jeito. Nico: Eu também não. Alice: Sério? Nico: Sim, nunca senti tanto t***o, tanto desejo por alguém. E nunca tinha sentindo metade com ninguém o que senti hoje com você. Alice: Nem com a ridícula da sua namorada? Disse enciumada. Ele sorriu Nico: Ela não é minha namorada, é minha ex. E não, nunca senti nem com ela e nem com ninguém. Mas gostei de ver que é ciúmenta. Alice: Não sou, mas ela é muito s*******o. Disse Nico: Não vamos mais falar dela. Vem cá. Alice: Nico, chega. Disse manhosa. Nico: Não é isso, sua safada. Só quero um beijo de boa noite. Disse e ela achou fofo. E o beijou.
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