Pietro
Meu pai desde que foi obrigado fazer aquele acordo de casamento com Martín para salvar a minha vida, demonstrou seu desagrado por Esther, inicialmente depois de conversar com ele até pensei em infernizar-lá e não ser um bom marido, mas depois que conversei com vovó Marta, decidir nos dá uma chance, nunca vou me esquecer de suas palavras. Suas palavras me fizeram repensar o que tinha planejado, então resolvi conhecê-la e me surpreendi.
"As mulheres em nosso meio sofrem muito, meu querido, o mundo por si já é muito c***l para as mulheres, mas na máfia, somos obrigadas a casar com homens mais velhos, muitas vezes ainda meninas, sofrendo todo tipo de abuso. Você por sorte do destino não foi criado nesse meio, não sabe como é, Martina Esther é uma boa moça, não seja mau para ela, só Deus sabe o que estaria reservado para ela se vocês fossem pegos naquele lugar.”_ disse minha avó com toda sabedoria carregada em todos esses anos e experiência própria do que viveu.
E só em imaginar a minha maluca tarada, nas mãos de algum velho escroto, tocando em seu corpo meu sangue ferve, vi no casamento de Hernandez os olhos daqueles filhos da p**a em cima da minha mulher e p***a, nunca mais quero saber dela naquela cidade, perto daqueles homens que se acham os reis do mundo só porque carregam uma arma na cintura.
- Não ligue para o que meu pai disse, minha gostosa, ele só ainda não se conformou com tudo que que teve que ouvir de Martín, para salvar a minha vida. _ digo segurando em suas mãos depois que entramos no carro, ela está tão calada.
- Imagino, todos já passamos maus bocados nas mãos de Martín, ele não foi o único, só não aceitarei passar as mesmas coisas que vivia debaixo do teto do meu pai, Pietro. _ responde ela cabisbaixa.
- Ele não vai, linda, depois que voltarmos da nossa lua de mel, converso com ele e também tenho certeza de que ele estará mais calmo. _ digo com toda convicção, meu pai é o melhor pai do mundo, sempre me protegeu e me ajudou nas burradas que eu fazia nas minhas noites de farra, até mesmo do pior mole que dei, em atacar a Merillyn, ele me ajudou e tenho certeza que graças a seu pedido não tive uma punição mais severa.
- Será mesmo, Pietro? _ diz ela pensativa, como se duvidasse da minha palavra, mas não insiste, se vira para janela e não diz mais nada.
Nunca fui o dos melhores homens para as mulheres, apesar de ter crescido em um lar estruturado, meu pai sempre traiu a minha mãe, me lembro dele me levando a uma prostíbulo de luxo quando eu apenas tinha quinze anos e assim começou a minha vida s****l, dali nunca mais parei, eu e ele sempre íamos juntos, dizia a minha mãe que ia para o trabalho do meu pai aprender e invés disso ia f***r as prostitutas da boate, comecei a sair para curtir a noite e a cada dia tinha uma mulher na minha, não precisei mais pagar rsrsr, me ver casado hoje parece até uma mentira.
- Para onde vamos? você não me disse para arrumar as malas, nem sei o que tem nelas. _ pergunta minha pequena diaba.
- Para Cancun, você pareceu tão animada quando te disse que estava lá, que resolvi te levar para conhecer. _ digo vendo o sorriso dela se forma em seu rosto e seus olhos brilharem de alegria.
- Você lembrou seu safado, pensei que iríamos para Paris ou algo assim, adorei, nunca fui ver o mar, isso é maravilhoso, mas minha mala quem fez? Meus biquínis brasileiros ficaram em Felicidia? Como vou arrasar em Cancun sem ele? Pietro temos que voltar anda. _ ela dispara a fazer perguntas e nem parece que estava angustiada com o que aconteceu em nosso primeiro café da manhã em família, gostei de ver sua empolgação.
- Relaxa, gostosa, falei com Cecília e minha sogra querida dos meus planos para nossa lua de mel, tenho certeza que elas colocaram tudo que você vai precisar. _respondo prontamente e vejo sua expressão suavizar, me aproximo dela, abraçando-a e a trago para meu corpo, onde ela se derrete.
- Vamos ser felizes? _ pergunta me olhando nos olhos e posso sentir todo seu temor diante a nossa nova vida juntos.
- Eu não sei o que é viver um relacionamento Esther, mas vou fazer possivel, para que isso aconteça. _ digo sincero que viver com essa mulher tudo que nunca vivi com alguém antes.
- Só não quero viver o que minha mãe viva com o Martín, isso eu não vou aceitar, então se você saiba se eu te pegar com outra se considere sem seu parquinho de diversões. _ ela me encara seria de uma maneira que me causa calafrios e ao mesmo tempo t***o, meu p*u na mesma hora dá sinal de vida, eu sei que não posso vacilar com ela.
- p***a Esther! olha só como eu fico com você falando assim... (respirei fundo) nunca fui um santo minha gostosa, mas com você eu sei que não posso agir como agia antes e você ver que estou saindo da linha pode me dá uns socos rsrsrs. _ falo e pego em seu p*u, mas assim que vejo o olhar de matar dela, respiro fundo para me controlar e lhe respondo mais sincero possível.
- Pense bem antes de fazer uma burrada comigo, quem sou filha do psicopata do Martín, fui treinada pelos filhos dele que você sabe conhece muito bem a fama, então meu queridinho, eu não tenho medo de sangue. _ fiquei sem saber o que falar, essa mulher com essa expressão de psicopata, me dá calafrios e ao mesmo tempo me deixa duro como rocha, mas agora acho melhor fica quieto até os ânimos se acalmarem, ela está nervosa, nem se abalou com em me ver e******o.
Depois dessa conversa nada assustadora que tive com minha querida esposa, chegamos ao aeroporto num clima confortável apesar do que rolou dentro do carro, fizemos todos os trâmites necessários e seguimos para o avião, essa mulher é tão linda e nem percebe como chama atenção dos homens por onde passamos, ela é bem mais nova que eu, sete anos de diferença, no entanto percebo a sua maturidade precoce devido a tudo que viveu, seu corpo é de mulher, ninguém diria que tem apenas dezoito anos, agradeço aos céus por isso, mas constatar como os homens baba por ela me deixa louco, nessa hora queria ter uma arma e acabar com cada filho da p**a que a deseja, ela é minha.