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2851 Palavras

ENRICO NARRANDO. Sim, conforme ela ia entrando eu pude ter mais certeza de que era ela, porque de primeira eu achei que era só coisa da minha cabeça, e que talvez também poderia ser efeito de tanto whisky que eu já tinha bebido. Mas não, era ela. Então mais do que depressa eu já fui logo perguntando: — Enrico: O que você está fazendo aqui sua doida? Seu namoradinho não vai gostar nada de saber disso. - Eu disse ao mesmo tempo que ia encarando ela e girando a minha cadeira para ficar de frente para onde ela estava vindo. — Isadora: Eu não sei, eu só sei que eu preciso de você. — Ela disse enquanto ia fechando a porta com o pé. Eu não sei dizer exatamente o que estava acontecendo comigo, mas desde aquele beijo que demos no banheiro ela não saiu da minha cabeça, isso tudo a ponto de me

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