Capítulo 20 — Precipitado

493 Palavras

Kalil Dirigi pelas ruas silenciosas da cidade, o som do motor do carro era o único ruído que quebrava o silêncio. Suzana estava no banco do passageiro, encolhida e com lágrimas secas em seu rosto. Não havia palavras que pudessem aliviar a dor dela, então deixei que o silêncio falasse por nós. Quando chegamos em casa, coloquei Suzana em um dos quartos de hóspedes e a ajudei a se acomodar. Ela parecia perdida, e eu sabia que precisava dar a ela o espaço para processar tudo. — Suzana, você pode ficar aqui à vontade. Vou preparar algo para comer e, se precisar de alguma coisa, é só me chamar, tá? — Tentei oferecer um conforto, mesmo sabendo que era pouco diante da dor que ela estava sentindo. Enquanto preparava um lanche simples na cozinha, meu telefone vibrou. Era uma mensagem de Don, per

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