Karen entrou na barraca com passos vacilantes, seu corpo nu exibindo os vestígios da terrível provação que acabara de enfrentar. Sua pele estava marcada por arranhões e cortes, testemunhas silenciosas da violência das criaturas das trevas. Seus olhos estavam fundos e sombrios, refletindo o cansaço e a dor que ela carregava consigo. Ao vê-la, Teresa correu para sua filha, o coração apertado pela preocupação: "Karen, minha querida, o que aconteceu?", perguntou ela, sua voz embargada pela ansiedade. Mas Karen se recusou a falar, sua expressão fechada e distante. Ela empurrou suavemente a mãe para longe, incapaz de enfrentar suas perguntas implacáveis. Em silêncio, ela se dirigiu ao pequeno banco dentro da barraca, buscando alívio para o peso que pesava sobre seus ombros. Teresa observou

