Juliano. Quase que eu estrago tudo e faço ir embora. Mas quando se trata dessas coisas não consigo me controlar, consegui me desculpar e decidimos que é melhor dormir. Primeira vez que eu trago uma garota para minha casa e ela não faz nada comigo. Se eu morrer será atirando, assim que ela me dá um beijo no rosto de boa noite, já sinto jubileu dar o ar da graça, duro igual uma pedra. Não resisto e falo no ouvido dela: - Não brinca com fogo garota. Percebo a tensão que isso gerou, sua respiração está ofegante e seu cheiro impregna nas minhas narinas, como se fosse uma droga que eu não quero parar de usar. Ela olha no fundo dos meus olhos com desejo e diz: - Boa noite, durma com os anjinhos. Debochada filha da p**a. Ela sabe que me deixou assim e ainda tira um sarro da minha cara. A vej

