Às 13h40… pela primeira vez desde o início da guerra… Helena Duarte perdeu o controle. O tablet atingiu a parede com força. O som seco ecoou pelo escritório luxuoso. A tela se partiu em fragmentos. Silêncio imediato. Nenhum dos analistas ousou se mover. Helena estava de pé. Respiração controlada… mas pesada. Os olhos fixos nos relatórios espalhados sobre a mesa. — Como… ela fez isso… Ninguém respondeu. Um dos analistas reuniu coragem. — Senhora… Aurora não está competindo diretamente pelo banco. Helena virou lentamente o rosto. — Eu já entendi isso. A voz dela estava baixa. Perigosa. — Ela está comprando influência. Outro analista completou: — Empresas ligadas aos acionistas… — Participações indiretas… Helena começou a rir. Um riso frio. Sem emoção. — Ela não quer

