Acordo com as brechas de luz da minha janela e com a minha tia Rosa cantarolando algo inaudível. —Qual o motivo de tanta felicidade?— digo sonolenta—ninguém é tão feliz as dez e meia da manhã—contesto —Bom dia meu doce de mel—beija minha testa e vai arrumar meu quarto— é quase natal e neste natal meus netos vão me visitar—cantarola animada —Bom dia para quem tia? —rimos— nesse natal, vai ser a primeira vez que iremos fazer coisas típicas de natal—tento me recordar da última vez que fizemos isso. —Nesse natal irá fazer dez anos que trabalho com o t**o do James—pega a foto do meu pai na prateleira— esse folgado não mudou nada—brinca—continuo cuidando dele, mas acho que tudo mudou depois que Ashley chegou—sorriu—ele até estende a toalha no varal agora. —Essa relação de mãe e filho que

