– Sinto muito, ela se foi. Não podemos fazer nada. Assim que o médico proferiu essas palavras, eu abri meus braços e acolhi a minha noiva, que chorou copiosamente em meu peito. Olhei para o corpo sem vida de Dávila e pensei no sentido da vida enquanto confortava Bella. Eu a vi bem e viva esses dias e agora está aqui na minha frente sem vida. A vida é mesmo um sopro. – Por favor, avise aos pais dela. Não acho que Bella esteja em condições de fazer isso. – Digo cutucando Bernard de lado, que olha para a cena com uma cara nada boa. – Tudo bem, mas o que devo dizer? Não será um choque se eu apenas disser que a filha está morta? – Será, mas o que podemos fazer? – Bella, eu sei que o momento é difícil, mas poderia nos contar o que aconteceu? – Bernard pergunta tocando no braço de Bella e fa

