Toco a campainha da casa dos meus pais e espero. Olho a lua e as estrelas e sorrio. Está uma noite bastante agradável. Sem que as luzes se acendam, a porta é aberta e vejo uma arma apontada diretamente para a minha testa e levanto as mãos imediatamente. – Que modo mais estranho de receber seu filho. – Digo com bom humor e o meu pai baixa a arma me puxando para um abraço. – Seu moleque! Por que não avisou que estava vindo, eu teria ido te buscar no aeroporto. – Diz no meu ouvido enquanto me aperta e eu sorrio. – Isso estragaria a surpresa. E o senhor está me esmagando. – Ah, desculpe. É que já faz um ano que eu o vi. Vamos entrar. – Ele entra e eu entro também. Ele aperta o interruptor e todas as luzes se acendem. – E todas as chamadas de vídeo que fazemos não conta de nada? – Pergun

