A Cura

1145 Palavras

Esparramado sobre um dos sofás incrivelmente macios que rodeavam o bonito carpe da sala de Ilínea, um monte de tecidos rasgados, sujos e sangrentos enrodilhavam pedaços de membros arroxeados e inchados que vagamente lembravam a silhueta de um corpo. Quando minha inspeção se deteve em seu rosto, um soluço escapou deselegante de minha garganta. — Layan!!! — meus pés se moveram, e em menos de um segundo, eu estava reclinada acima de um corpo realmente machucado que lembrava muito a Layan — Seu bastardo! Que infernos houve com você? Quero dizer... porque você está... aqui? Não, isso não soou como o que eu quis perguntar... que d roga está havendo? Arena voltou da cozinha com uma bandeja cor de madrepérola brilhante com uma enorme xícara fumegante que vertia um cheiro delicioso, saquinhos de

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