Desconfiança infundada

1370 Palavras

Marcos, com a fúria contida em cada músculo tenso, olhou para Bruna e disse: "Faça o que quiser, Bruna. Eu não vou ficar aqui sendo estapeado e acusado de algo que não fiz." Bruna, ainda bloqueando a porta, gritou com a voz embargada pela raiva e pelo desespero: "Não se faça de inocente! Já senti esse perfume duas vezes no seu carro e você garantiu não saber de onde vinha. Até fiz papel de i****a quando você insinuou que a culpa era do motorista! E agora vai dizer que a culpa do perfume estar em você também é do motorista?" Marcos sentiu o sangue ferver em suas veias. Com um gesto brusco, ele tirou a camisa e a levou ao nariz, tentando detectar o cheiro. Inicialmente, ele não sentiu nada além do tecido de algodão. Mas então, ao aproximar o colarinho do rosto, a fragrância doce e enjoat

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR