Bruna não podia acreditar no que seus olhos estavam vendo. As mãos de Marcos, seu marido, segurando a cintura daquela mulher de forma tão íntima, eram como estacas cravadas em seu coração. A dor e a raiva pulsavam dentro dela, uma mistura fervente de sentimentos que a deixava à beira do colapso. Ela não conseguiu se controlar. Sem pensar em mais nada, Bruna avançou. Antes que Marcos pudesse impedi-la, Bruna agarrou os cabelos da mulher com uma força cega e descontrolada. O homem ao lado, que ela agora percebia ser o presidente da Noruega, soltou um grito de horror e tentou afastá-la, mas Bruna estava além da razão. A mulher implorava para ser solta, sua voz carregada de pânico. Marcos, furioso, ordenava que Bruna a soltasse, mas ela não ouvia. Estava tomada por uma fúria cega. "Solte-a a

