Adelie
Uma forte chuva se aproximava. Os noticiários estavam focados no incêndio que ocorreu em uma residência de luxo em um condomínio fechado. De acordo com eles, haviam muitos mortos e o tal incêndio havia começado no porão onde continha substancias inflamáveis. Para eles tudo ainda era um verdadeiro mistério, mas para mim, que foi quem ateou o fogo, tudo estava muito mais do que claro: missão cumprida.
Agora estava livre para sair do México, mas antes queria curtir o dia dos mortos e principalmente, me certificar que Max e Florzinha ficassem um pouco mais juntos.
Assim que a chuva começou a cair e os trovoes também, não consegui evitar um sorriso. Levantei da minha cama, já com todo o plano em mente.
Sai no corredor e fiz a minha pior cara de apavorada. Sem bater, entrei no quarto onde Lev estava. O homem parecia estar me esperando, pois estava na janela olhando a chuva.
_ Eu sabia que você iria aparecer. _ Disse ele com um sorriso acolhedor.
Me enfiei debaixo dos cobertores, deixando somente minha cabeça para fora.
_ Sua cama parece mais confortável. _ Murmurei sabendo que era mentira.
_ Todas são iguais, na verdade, acho que a sua é melhor já que tem um quarto fixo aqui. _ Ele cruzou os braços, exibindo seus músculos.
_ Já deitou nela para saber?
_ Não, mas suponho que seja. _ Ele deu de ombros e voltou a olhar a chuva com trovoes.
Lev ficou um tempo na janela, e cheguei a pensar que talvez ele não quisesse deitar. Fechei meus olhos e acabei me entregando a um sono leve, relaxante.
Senti o colchão afundar ao meu lado, e depois meu corpo foi puxado para algo grande, duro e quente. Era o peitoral de Lev.
_ Hum... você é tão quentinho. _ Murmurei.
_ Uhum..
_ Dizem que homens são quentes porque vieram direto do inferno. _ Murmurei.
Lev começou a rir, e senti seu peito vibrar.
_ Eu não vim do inferno, mas com certeza irei para ele. _ Murmurou o homem.
_ Vamos juntos, meu amor, vamos juntos! _ Minha voz saiu baixa mais audível.
Lev me prendeu mais contra o seu corpo, e não resisti. Deslizei minha mão pelo seu peitoral nu, em seguida, deslizei mais para baixo, sentindo o quão duro meu noivo estava.
_ Hey..._ Advertiu.
_ Deixa eu sentir a textura, por favor... _ Supliquei, ainda de olhos fechados.
Lev ficou em silêncio, e entendi isso como um sim.
Deslizei minha mão para dentro da calça de moletom dele. Lev está sem cueca, facilitando para mim.
Senti o grosso dos seus poucos pelos, que ficam bem espalhados. Lev soltou um leve gemido ao sentir minha mão deslizar pela extensão grossa, macia e quente.
Mordi meu lábio, controlando meus impulsos, mas sentindo uma necessidade intensa de aliviar o que estava sentindo, cravei meus dentes em seu braço enquanto deslizava minha mão com movimentos de vai e vem.
Nada mais justo do que fazer Lev gozar depois de me dar prazer naquele dia, certo? Ele apertou meu corpo contra o dele ainda, mais, e seu gemido preencheu o quarto. Deslizei a ponta do meu dedo pela cabeça de seu p*u, sentindo a textura do pré-g**o e a maciez do m****o por completo.
A vontade de morde-lo aumentava cada segundo mais, mas consegui me manter sob controle. Já Lev contorcia os pés na cama e me apertava ainda mais.
Ele começou a sussurrar algumas coisas em russo, mas não consegui prestar atenção para fazer uma boa tradução pois a minha atenção se voltou para suas expressões de prazer. Lev estava completamente perdido, completamente entregue e na palma das minhas mãos.
Ele ficou ainda mais duro, como se fosse possível, e pulsou uma, duas, três vezes, arqueando suas costas na cama, entrando em um aspiral de prazer e se perdendo completamente.
Ele gozou tanto que minha mão encheu de p***a, e sua calça ficou completamente enxarcada.
Ele ficou olhando para o teto, completamente ofegante.
Levantei da cama, e ele parecia ter entrado em outro mundo.
Fui até o banheiro e lavei minha mão, peguei um pacote de lenços umedecidos e fui até a cama. Puxei a coberta e quando toquei o cós da calça Lev agarrou minha mão.
_ O-O que vai fazer? _ Perguntou com a voz tremula.
_ Vou te limpar, bonitão. Não seria gentil da minha parte te deixar assim.
_ Tecnicamente, era para eu dizer e fazer isso...
_ Você ainda não percebeu Lev? _ Ele arqueou uma sobrancelha, confuso. _ As coisas entre nós são diferentes, completamente diferentes!
Ele sorriu e soltou meu pulso. Lev tirou a calça e finalmente pude ver e admirar cada detalhe do homem. Seu p*u é grosso mesmo estando meia bomba, como dizem, tem tantas veias quanto seus braços e tem uma ponta rosada.
Limpei cada cantinho que pude, e se desse, ficaria a noite inteira admirando a beleza do homem. Acho que a única coisa que não é bonita em Lev são os pés, porque até suas orelhas são bonitas e perfeitas.
Terminei minha faxina com um sorriso no rosto. Peguei uma calça na mala dele e mesmo sob protestos o vesti.
Lev não disfarçou a felicidade. Ele me abraçou novamente, fez carinho no meu cabelo e praticamente me colocou pra dormir.
Foi ele que gozou, mas quem ficou satisfeita fui eu. Sou uma p**a sortuda!