Capítulo 30

900 Palavras
Adelie Uma forte chuva se aproximava. Os noticiários estavam focados no incêndio que ocorreu em uma residência de luxo em um condomínio fechado. De acordo com eles, haviam muitos mortos e o tal incêndio havia começado no porão onde continha substancias inflamáveis. Para eles tudo ainda era um verdadeiro mistério, mas para mim, que foi quem ateou o fogo, tudo estava muito mais do que claro: missão cumprida. Agora estava livre para sair do México, mas antes queria curtir o dia dos mortos e principalmente, me certificar que Max e Florzinha ficassem um pouco mais juntos. Assim que a chuva começou a cair e os trovoes também, não consegui evitar um sorriso. Levantei da minha cama, já com todo o plano em mente. Sai no corredor e fiz a minha pior cara de apavorada. Sem bater, entrei no quarto onde Lev estava. O homem parecia estar me esperando, pois estava na janela olhando a chuva. _ Eu sabia que você iria aparecer. _ Disse ele com um sorriso acolhedor. Me enfiei debaixo dos cobertores, deixando somente minha cabeça para fora. _ Sua cama parece mais confortável. _ Murmurei sabendo que era mentira. _ Todas são iguais, na verdade, acho que a sua é melhor já que tem um quarto fixo aqui. _ Ele cruzou os braços, exibindo seus músculos. _ Já deitou nela para saber? _ Não, mas suponho que seja. _ Ele deu de ombros e voltou a olhar a chuva com trovoes. Lev ficou um tempo na janela, e cheguei a pensar que talvez ele não quisesse deitar. Fechei meus olhos e acabei me entregando a um sono leve, relaxante. Senti o colchão afundar ao meu lado, e depois meu corpo foi puxado para algo grande, duro e quente. Era o peitoral de Lev. _ Hum... você é tão quentinho. _ Murmurei. _ Uhum.. _ Dizem que homens são quentes porque vieram direto do inferno. _ Murmurei. Lev começou a rir, e senti seu peito vibrar. _ Eu não vim do inferno, mas com certeza irei para ele. _ Murmurou o homem. _ Vamos juntos, meu amor, vamos juntos! _ Minha voz saiu baixa mais audível. Lev me prendeu mais contra o seu corpo, e não resisti. Deslizei minha mão pelo seu peitoral nu, em seguida, deslizei mais para baixo, sentindo o quão duro meu noivo estava. _ Hey..._ Advertiu. _ Deixa eu sentir a textura, por favor... _ Supliquei, ainda de olhos fechados. Lev ficou em silêncio, e entendi isso como um sim. Deslizei minha mão para dentro da calça de moletom dele. Lev está sem cueca, facilitando para mim. Senti o grosso dos seus poucos pelos, que ficam bem espalhados. Lev soltou um leve gemido ao sentir minha mão deslizar pela extensão grossa, macia e quente. Mordi meu lábio, controlando meus impulsos, mas sentindo uma necessidade intensa de aliviar o que estava sentindo, cravei meus dentes em seu braço enquanto deslizava minha mão com movimentos de vai e vem. Nada mais justo do que fazer Lev gozar depois de me dar prazer naquele dia, certo? Ele apertou meu corpo contra o dele ainda, mais, e seu gemido preencheu o quarto. Deslizei a ponta do meu dedo pela cabeça de seu p*u, sentindo a textura do pré-g**o e a maciez do m****o por completo. A vontade de morde-lo aumentava cada segundo mais, mas consegui me manter sob controle. Já Lev contorcia os pés na cama e me apertava ainda mais. Ele começou a sussurrar algumas coisas em russo, mas não consegui prestar atenção para fazer uma boa tradução pois a minha atenção se voltou para suas expressões de prazer. Lev estava completamente perdido, completamente entregue e na palma das minhas mãos. Ele ficou ainda mais duro, como se fosse possível, e pulsou uma, duas, três vezes, arqueando suas costas na cama, entrando em um aspiral de prazer e se perdendo completamente. Ele gozou tanto que minha mão encheu de p***a, e sua calça ficou completamente enxarcada. Ele ficou olhando para o teto, completamente ofegante. Levantei da cama, e ele parecia ter entrado em outro mundo. Fui até o banheiro e lavei minha mão, peguei um pacote de lenços umedecidos e fui até a cama. Puxei a coberta e quando toquei o cós da calça Lev agarrou minha mão. _ O-O que vai fazer? _ Perguntou com a voz tremula. _ Vou te limpar, bonitão. Não seria gentil da minha parte te deixar assim. _ Tecnicamente, era para eu dizer e fazer isso... _ Você ainda não percebeu Lev? _ Ele arqueou uma sobrancelha, confuso. _ As coisas entre nós são diferentes, completamente diferentes! Ele sorriu e soltou meu pulso. Lev tirou a calça e finalmente pude ver e admirar cada detalhe do homem. Seu p*u é grosso mesmo estando meia bomba, como dizem, tem tantas veias quanto seus braços e tem uma ponta rosada. Limpei cada cantinho que pude, e se desse, ficaria a noite inteira admirando a beleza do homem. Acho que a única coisa que não é bonita em Lev são os pés, porque até suas orelhas são bonitas e perfeitas. Terminei minha faxina com um sorriso no rosto. Peguei uma calça na mala dele e mesmo sob protestos o vesti. Lev não disfarçou a felicidade. Ele me abraçou novamente, fez carinho no meu cabelo e praticamente me colocou pra dormir. Foi ele que gozou, mas quem ficou satisfeita fui eu. Sou uma p**a sortuda!
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