Florzinha / Maria Guadalupe Se Max pensa que sou uma mulher qualquer, ele está perfeitamente enganado. Não fui criada para ser submissa de homem nenhum, muito menos para ser domada como um animal selvagem. Minha mãe me ensinou a brigar pelas coisas que eu quero, mas não sou mimada e intolerante. Eu sei ouvir um não, mas o corpo dele, seu olhar e sua respiração gritam que querem, gritam um SIM e se ele quer, eu também quero! Meu pai já descobriu tudo a respeito de Max no momento em que me viu cuidando dele no nosso hospital. Quando meus olhos viram aquele homem ensanguentado, forte, com um rosto expressivo e incrivelmente másculo, meu coração quase parou. Eu precisava salva-lo, precisava fazer de tudo para ver Max bem e recuperado. Meu pai, percebendo meu interesse no gostoso do homem,

