CAPÍTULO 19

1303 Palavras

Setenta e nove anos atrás... ✵ Manoel de Arimatéia O baixinho e barrigudo olhava-me com repugnância como se duvidasse que eu era um homem de Deus, que minha batina fosse pura assim como o corpo que possuía, sem falar nos pensamentos que ele mantinha naquela cachola que derretia entre a cabeleira e o chapéu. O uniforme branco e azul com detalhes vermelhos feito em um pano quente para o lugar onde estávamos e o sapato com um mini salto só para tentar aumentar sua altura, Don Ruan era a personificação da luxúria misturada com arrogância e uma grande pitada de... – Está muito silencioso missionário – ele diz quebrando meus pensamentos. – Não provou o alimento ainda. – Estou em jejum pelas almas purgadas no dia anterior. Só volto a me alimentar a tarde. – Ouvi dizer que você pegou ontem

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