CAPÍTULO 24

1356 Palavras

✵ Artur Ao acordar pela manhã escuto o riso feliz da minha mãe junto com a voz do meu pai que pareciam em uma conversa animada. A canseira da noite passada mais as coisas estranhas que presenciei me fez cair na cama e ter sonhos diferentes carregados de promessas e esperança. O que era completamente estranho, entretanto, os batimentos cardíacos diziam que deveria me agarrar aos novos sentimentos. – Você finalmente acordou! – Neynar diz com um sorriso esplendido em sua face castigada com o tempo. Me aproximo de minha mãe e planto um beijo em seus cabelos amarrados em um coque frouxo. – Como se sente? – Onde esteve o dia anterior? – Heitor pergunta carrancudo. Vou até ele que aparentemente estava bem melhor. – Fui caçar, e acabei perdendo a noção do tempo – confessei olhando diretamen

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