Houve uma pitada de diversão no rosto de Gean. A expressão mais relaxada o fazia parecer muito mais acessível. — Talvez devêssemos sair para tomar o café da manhã. Eu olhei para os meus ovos. — Como pode ser tão difícil fazer uma omelete? Gean deixou escapar o que poderia ter sido uma risada. Então seus olhos voaram de volta para minhas pernas nuas, que estavam quase tocando a sua. Ele colocou a mão no meu joelho e eu congelei com o meu copo contra os meus lábios. Ele não fez nada, apenas traçou levemente o polegar de um lado a outro sobre a minha pele. — O que você gostaria de fazer hoje? Mesmo que sua mão fosse muito perturbadora. Eu estava alternando entre a vontade de tirá-la do meu joelho e pedir para ele continuar me acariciando. — Na manhã após nossa noite de núpcias, você me

