— Ei, desculpa — ele disse em uma voz áspera. Eu encontrei seu olhar. — Eu deveria ter entrado mais lentamente, mas você estava tão molhada. Eu balancei a cabeça, mas não disse nada. Eu não conseguia superar o sentimento do seu dedo em mim. Ele não se moveu, mas estava lá, me enchendo. Gean beijou meus lábios. Seus olhos estavam ainda mais escuros do que eu já tinha visto, e cheios de tanta fome que isso me assustou e excitou, ao mesmo tempo. — Ainda dói? — ele perguntou com a voz rouca. Mexi meu quadril ligeiramente, tentando encontrar palavras para a sensação. — É desconfortável e arde um pouco, — eu consegui falar. Ele lambeu meus lábios, e depois chupou a parte inferior. — Eu sei que eu sou um i****a por dizer isso, mas o pensamento do meu p*au dentro da sua b*uceta apertada me de

