Eu não acho que eu posso. — Nós vamos descobrir isso, Giovanna. As portas do elevador se abriram e Gean entrou no nosso apartamento. Seus olhos correram de Romero para mim, e as sobrancelhas se juntaram. — Ele está aqui. Eu te ligo amanhã. — Eu desliguei com a fúria queimando através de mim. Eu não tinha pensado que poderia odiar Gean novamente, nem mesmo por um momento, mas neste segundo eu queria machucá-lo. Eu entrei na grande sala com as mãos fechadas em punhos enquanto me dirigia até ele. Ele não moveu um músculo, apenas me olhou com controle e calma. Essa calma, mais do que qualquer outra coisa, alimentou a minha raiva. Eu não tinha certeza do que ele pensou que eu ia fazer, mas era óbvio que ele não achou que eu fosse atacar, pela sua reação. Meus punhos martelaram seu peito com tod

