CAPÍTULO QUARENTA E SETE

2126 Palavras

Fomos até Okbasel. Não tínhamos o que era necessário para as aulas de artes-não-mágicas. Graças à neve, nada interessante para as aulas cresciam por ali. A Sra. Biqnabra tinha uma estufa, mas não era de grande coisa também e não tinha ali um décimo do que precisávamos. A fila da entrada da cidade estava gigante. Enquanto esperávamos para entrar, deitei na carroça onde eu e a Alle estávamos e comecei a olhar as águias voando no céu. Cruzavam umas o caminho das outras, como se fosse tudo bem organizado, naquela desordem natural da natureza. Cada águia tinha o seu ritmo, cortando o céu ao lado dos pequenos pássaros. Ali deitada, julguei ver um ou outro falcão no meio das águias. Eles quase não eram usados como as águias, para entregar cartas. Mas haviam aqueles que preferiam o falcão à águi

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