CAPÍTULO DEZESSETE

3490 Palavras

Eu me olhava em frente ao grande espelho que era quase redondo. As bordas do vidro espalhado eram finas e parecidas que foram feitas à mão de um anão bem desastrado. Talvez Ulrico, o alquímico e também o anão bobo que abriu os portões quando chegamos. Mas mesmo deformado, o espelho era grande. Dava para eu me ver da cabeça aos joelhos. Meus s***s eram pequenos. Não eram como o de mamãe, embora ela tenha me garantido que antes do casamento os dela eram pequenos. O meu corpo no todo era magro e as minhas costelas eram desenhadas na pele, mesmo eu assumindo que desde que cheguei ao castelo do clã Zerckatrum, tenha ganhado peso. Meu quadril era um pouco largo e com o osso bem visível. De lado, eu não tinha muita carne também. A minha b***a não era cheia como eu percebo algumas por cima do pa

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR