Ainda estávamos na rua. Ele estava agarrado a mim como se fosse um bote salva vidas. Olhei para a escada, o outro menino estava olhando para nós dois sorrindo. Como digo a ele, que se confundiu? Como digo a ele que não sou a essa pessoa que ele diz ser? - Will? Um homem vestido de todo de terno preto aparece e fica nos olhando. - Olha, Rayn, é minha irmã, ela apareceu. Faço sinal com a cabeça em negação para o homem que me olha. - Não Will, não é ela. O homem diz. - É sim. O menino diz chorando. Ele olha para mim. Fala para ele, Carol, que é você. Fala que você veio ficar comigo de novo. Ele está desesperado. Tenho dó de acabar com a ilusão dele, mas é preciso. Me agacho um pouco para ficar do tamanho dele. - Me desculpe, não sou eu. Ele balança a cabeça chorando e agarra meu pescoço

