CAPÍTULO DEZ

3581 Palavras

CAPÍTULO DEZ Adentrar a loja de antiguidades era como atravessar um espelho mágico para o País das Maravilhas… Se o País das Maravilhas fosse uma loja escura, empoeirada e abarrotada que cheirava a graxa de motor, e onde cada um dos cantos era ocupado por algum objeto peculiar. – Uau! – Frankie exclamou, girando em círculos. – Não é nada como a sua loja, tia Lacey. Tem tanta coisa! Ele estava certo. Lacey fazia a duras penas a curadoria cuidadosa de suas mercadorias – seja por era, cor, tipo, função ou cômodo –, ao passo que o dono desta loja quase nem tentava. Enquanto Lacey tomava o cuidado de abastecer sua loja apenas com peças de boa qualidade, garantindo que seus clientes nunca encontrassem algo com defeito, o dono desta loja havia a abarrotado de bugigangas de aparência puída. Est

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