CAPÍTULO TREZE

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CAPÍTULO TREZE Lacey ficou parada do lado de fora da Forsythe’s, tamborilando os dedos nos braços cruzados enquanto andava de um lado para o outro. Parecia já ter se passado um milhão de anos desde que chamara a polícia, mas foram apenas cinco minutos, de acordo com seu relógio. Olhou de relance para a porta aberta, seu estômago se revirando com a lembrança do que havia lá dentro. Desmond Forsythe era um homem mesquinho, mas ela nunca desejou sua morte, e não podia deixar de imaginar o que teria acontecido com ele. Um ataque cardíaco provocado pela explosão de fúria no restaurante? Ou algo pior? Como assassinato, por exemplo? Um flash repentino de luzes azuis e o som de sirenes surgiu no fim da rua. No momento seguinte, uma viatura policial estacionou ruidosamente ao lado dela. A porta

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